Um blog do Travellerspoint

Hong Kong

Dia 17 - Hong Kong

overcast 22 °C

Acordei tarde (11h). Comprei uns sauduíches e um suco de cana-de-açúcar, côco e rhizoma imperatae (uma erva chinesa) no 7-Eleven.

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É incrível a variedade de sucos e ice teas de sabores desconhecidos que existem na Ásia. Dá vontade de provar tudo.

Peguei o metrô para a ilha de Lantau (1h de viagem) onde fica uma das principais atrações de Hong Kong: o "Big Buda", que fica no alto de uma montanha.

Chegando na ilha de Lantau, área com muitos prédios residenciais:

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Estação de metrô em Lantau:

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Pegando o teleférico:

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Vista subindo o morro com o teleférico. Repare na semelhança com o Rio:

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O aeroporto de Hong Kong, que fica numa ilha:

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Chegando no topo do morro, a decepção: estava tudo encoberto pela neblina.

No local, além da estátua de Buda, há também um monastério budista.

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Mapa do local:

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Réplica de teleféricos de vários países:

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Um deles era brasileiro (Balneário Camboriu, SC)

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A visibilidade não passava de 10 metros:

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Depois de subir uma escadaria enorme (parece o Cristo ???), isso foi o máximo que consegui ver do Buda !!!

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O portal encoberto pela neblina:

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Painéis do monastério budista:

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Fotos do monastério:

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Desci de volta para a estação do metrô. Este prédio, em particular, chamava a atenção não só pela altura (uns 30 andares), mas também pelo número inacreditável de apartamentos. Era um "pombal", literalmente.

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Em Hong Kong há uma preocupação extrema com limpeza. Os corrimãos de escadas rolantes, por exemplo, são desinfectados várias vezes por dia, como mostra o cartaz da foto abaixo. Isso reflete um certo "trauma" que a população local tem da gripe aviária, que atingiu o sudeste asiático em 2005.

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Alguns edifícios da cidade têm uma arquitetura curiosa:

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Voltei de metrô de Lantau para Kowloon (a "Niterói" de Hong Kong). A estação de Kowloon fica num complexo de prédios residenciais, bares, restaurantes e shopping:

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Na Nathan Road, principal avenida de Kownloon, muitos prédios velhos e decadentes:

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Museu de História de Kong Kong:

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No museu, a réplica de uma casa, mostrando como viviam antigamente os habitantes de Hong Kong:

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Bonecos gigantes:

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Arquitetura típica de um templo budista:

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Bonecos representando personagens da ópera tradicional de Pequim:

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Dragão chinês:

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Grande parte do território de Hong Kong foi aterrado nos séculos 19 e 20, assim como aconteceu no Rio de Janeiro:

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Antes do grande crescimento econômico (iniciado nos anos 70), assim vivia grande parte da população de Kong Kong na década de 60: em favelas espalhadas pelos morros da cidade. Alguma semelhança com o Rio ? Se não fosse o baixo crescimento da economia brasileira a partir dos anos 80, o Rio seria hoje uma espécie de Hong Kong sul-americano ?

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A Nathan Road à noite. Muitos camelôs ficam abordando os turistas para oferecer relógios e outras muambas.

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Às margens da Victoria Bay fica o Avenue of Stars, um calçadão com estrelas do cinema cantonês, copiando a idéia da Calçada da Fama (de Los Angeles).

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O único ator famoso no ocidente é o Bruce Lee:

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A vista sensacional dos arranha-céus da região central de Hong Kong:

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Para atravessar a baía de voltar para Hong Kong, peguei uma barca (outra semelhança com o Rio).

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Meninas de "vida fácil" flagradas numa rua próxima a uma estação de metrô.

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Comprei um lanche no 7-Eleven, incluindo suco de flor:

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Fui dormir às 23h.

Publicado por alexpt 15:00 Arquivado em Hong Kong Comentários (2)

Dia 16 - Hong Kong

overcast 26 °C

Acordei às 9h e comprei meu café da manhã no 7-Eleven. Só pra variar um pouco, em Hong Kong tambem tinha isso, e bem do lado da portaria do prédio do albergue ! Comprei uns pães, biscoitos e um suco de cassis.

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A King's Road, avenida onde ficava o prédio do albergue, lembrava muito a Av Nossa Senhora de Copacabana, por causa do movimento intenso e dos prédios velhos e mal conservados.

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Um bonde:

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O prédio do albergue chama-se "Continental Mansion". Em Hong Kong os prédios são todos "Mansions". Pelo nome parecia coisa de cinema, mas era assustador olhando de fora. Por dentro nem achei tão ruim assim.

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O bairro de Fortress Hill é de classe media. A maioria dos predios na King's road são bem feios, mas tem alguns melhores nas ruas próximas. Tudo espigão com mais de 20 andares e 10 aptos por andar, no minimo.

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Peguei o metrô rumo a estação central, descendo no coração da cidade.

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Agora sim, bem-vindo a Hong Kong. Desci na Des Voeux Road Central, que mais lembrava a 5a Avenida em NY, cheia de lojas de grife (Armani, Prada, Cartier, Salvatore Ferragamo, etc) e gente apressada.

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Os predios comerciais são modernissimos nessa região. Essa parte da cidade é uma espécie de Manhattan do oriente.

Um protesto em ideogramas !

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Statue Square, onde fica o parlamento:

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Aviso numa lata de lixo: "Somente plástico. Não coloque nenhum outro tipo de lixo nesta lata. Sujeito a multa de HK$1500".

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Queen's Road:

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Alguns edifícios em particular impressionam, como a sede do HSBC (Hong Kong & Shaghai Banking Corporation), ao fundo:

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O IFC (International Finance Center), de 415m, o 8o mais alto do mundo atualmente.

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Lippo Centre:

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Subindo a Cotton Tree Road, com as montanhas ao fundo.

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Dei uma volta pelo Hong Kong Park, bem proximo a sede do HSBC.

Viveiro de pássaros:

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Local onde grupos praticam tai chi chuan de manhã cedo:

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O contraste do verde com os arranha-céus:

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Me chamou a atenção esse aviso numa escada rolante: "Este corrimão é desinfectado 4 vezes por dia". Heim ????

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Peguei o trem próximo dalo para subir no Victoria Peak. O trem era idêntico ao do Corcovado, até na cor vermelha !

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O trajeto é íngreme do mesmo jeito, mas é bem mais curto.

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A vista decepcionou porque o dia estava nublado, mas mesmo assim valeu o passeio. Deu para ver toda a parte central da cidade e também Kowloon (a "Niterói" de Hong Kong). A paisagem do Rio, com todo respeito a Hong Kong, ganha de goleada.

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No alto da montanha há um enorme shopping com lojas e restaurantes. Tem até uma filial do famoso museu de cera Madame Tussaud's.

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Almocei no Bubba Gump (aquele restaurante do Forest Gump), onde comi um prato com camarões e lula, muito bom. Comprei uns souvenirs e peguei o trem para descer de volta a cidade.

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Queen's road:

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Lan Kwai Fong, rua do agito, com muitos bares que ficam cheios no happy hour:

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Devido a geografia montanhosa, uma boa parte das ruas são ladeiras. Pensando nisso, foi construído um interessante sistema de esteiras rolantes (o maior do mundo, com 792m) ligando a zona central da cidade ao bairro de Soho (sim, como em Nova York), passando pela Hollywood Road.

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Como podemos ver, a influência ocidental em Hong Kong é enorme. Essa região lembra muito o bairro de Montmatre em Paris e Santa Teresa no Rio, com muitos ateliês de artistas, antiquários, feiras, pequenos bares e restaurantes.

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Um templo budista:

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Restaurantes de comida chinesa:

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Um mercado típico chinês que encontrei. Tinha de tudo: frutas, verduras e carnes de todos os tipos. Me chamou a atenção que os peixes e outros animais são mantidos vivos, e são mortos na frente do freguês. Os chineses dão valor à carne bem fresca. O método chinês é cruel e chocante aos olhos ocidentais. Eu presenciei como eles fazem: o freguês escolhe o peixe ainda vivo no tanque. O feirante pega o peixe começa raspá-lo com uma faca para tirar as escamas, com ele ainda vivo. Depois, parte em duas metades e tira as vísceras. A carne do peixe ainda fica se mexendo por um tempo. Sinistro !

Peixes vivos:

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Cobras vivas:

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Sapos vivos:

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No último andar, restaurantes simples. Só tinha ideogramas, nada em inglês. E os chineses me olhavam como se eu fosse um ET. Acho que o local não devia ser muito frequentado por turistas.

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Peguei o metrô de novo rumo a Wan Chai, um bairro vizinho, também muito sofisticado.

A Gloucester Road, uma via expressa em Wan Chai rodeada de arranha-céus:

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Proibido cuspir !!! Os chineses tem o péssimo hábito de cuspir o tempo todo na rua, incluindo aí mulheres de todas as idades. Não é apenas uma cuspidinha. É uma "escarrada", tirando tudo das entranhas, fazendo bastante barulho.

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Fui conhecer o Convention & Exibition Centre, um dos prédios mais conhecidos de Hong Kong, localizado de frente para a Victoria Harbour (a "Baia de Guanabara"). O predio é impressionante, lembrando um pássaro levantando vôo. Foi construido para a cerimonia de devolução de Hong Kong para a China em 1997. Na prática, Hong Kong continua independente, tendo governo e moeda própria. Em Hong Kong não existe censura, nem limitação da liberdade de expressão como na China.

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Vista para Kowloon:

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Vista da região central da cidade:

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Arranha-céus de Wan Chai, em frente ao Convention & Exibition Centre:

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Barcos típicos:

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A paisagem cheia de arranha-céus da região central de Hong Kong:

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Às 20h assisti em frente ao Convention & Exibition Centre ao belo espetáculo "Symphony of Lights" com duração de 15 min, que acontece diariamente nesse horário. Cerca de 40 prédios de Hong Kong e Kowloon participam do show de luzes e música, que tem até narração em inglês. Muito maneiro !

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Gravei esse vídeo:

Quando estava saindo de lá, flagrei um grupo praticando tai chi chuan numa pequena praça. Uma raridade, pois os chineses só costumam praticar de manhã bem cedo:

Peguei o metrô rumo ao Causeway Bay, bairro vizinho e também sofisticado, com muitos shoppings, lojas de rua e muita gente na rua, mesmo às 10 da noite.

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Gravei esse video:

Até hoje não sei que carne nojenta é essa pendurada na foto. Estava escrito em chinês. O aspecto era muito, muito feio:

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Entrei no shopping Times Square (como em NY !):

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Jantei um peixe com molho curry num restaurante de comida da Indonesia. Muito bom !!!

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Esse foi o "Ice Jackfruit" que pedi. Na prática, uns pedaços de jaca misturados com um monte de gelo triturado. Meio esquisito.

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Hong Kong é, de longe, a cidade que mais se assemelha ao Rio, de todas as que ja vi até hoje em 27 países que visitei. Achei semelhanças surpreendentes. Prédios altos disputam espaço entre o mar e a montanha coberta de vegetação tropical. Uma baía separa a cidade da prima-irmã (Kowloon, que seria a Niterói de Hong Kong), com um serviço regular de barcas para transporte. O aeroporto também fica localizado numa ilha. Grande parte do território da cidade é aterro, áreas que foram "roubadas" do mar. As duas principais atrações da cidade ficam no alto de montanhas, ligadas por trem e teleférico, e uma delas é uma figura religiosa (Big Buda, que seria o Cristo Redentor de Hong Kong). A densidade populacional é muito alta (são 7 milhões de habitantes, contra 6 no Rio) ocupando um pequeno território. O preço do metro quadrado é altíssmo, e por isso praticamente todo mundo mora em apartamentos pequenos, localizados em prédios altos, como na zona sul do Rio. Somente os mais ricos moram em casas. Praias bonitas e de águas claras ficam a poucos quilômetros do centro financeiro da cidade. Hong Kong é o Rio depois de um longo banho de loja e com muitos dólares a mais no bolso. Riquíssima, sem favelas, muito segura, sofisticada, cosmopolita. Quem sabe a gente chega lá daqui a uns 30 anos !!!

Voltei pro albergue às 23h. No quarto conheci um canadense gente boa. Na verdade não dei muita sorte nos quartos de albergue, pois só aparecia homem ! Onde estavam as suecas taradas ? hehehe. Tomei um banho e fui dormir.

Publicado por alexpt 4:51 Arquivado em Hong Kong Comentários (2)

Dia 15 - Koh Phi Phi - Hong Kong

overcast 26 °C

Acordei às 7:30, tomei café da manhã no hotel, arrumei a mochila, fiz o checkout e parti para o porto (20 minutos de caminhada). O barco partiu às 9h rumo a Phuket. Chegando lá, peguei uma van rumo a Patong. No caminho comecou a cair um temporal, e várias ruas ficaram inundadas. Desci na praia de Patong, onde comi um sauduba na Subway e outra van veio me buscar meia hora depois rumo ao aeroporto.

Foto do cais em Phuket:

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Tinha 1 hora sobrando antes de embarcar. Aproveitei esse tempo pra fazer a última massagem tailandesa dessa viagem. Essa foi mais cara (600 baths a hora = R$30, em Patong era a metade). Existem vários tipos de massagem: só no pé, massagem a óleo, de aloe vera e massagem tradicional tailandesa. Essa última abrange pés, mãos, pernas, braços, costas e cabeça. Todos os dedos dos pés e das mãos são estalados. Depende muito da massagista, mas essa última não gostei, mão pesada pra caramba, só faltou quebrar os meus ossos ! Quase precisei de uma bengala pra sair de lá, hehehe.

O vôo para Hong Kong decolou às 16h e durou 3:30. Quando aterrisou, já estava escurou (1 h a mais de fuso).

O aeroporto de Hong Kong é impressionante. Enorme e ultra moderno. Peguei um trem expresso, e em poucos minutos estava na estação central, no centro da cidade, onde peguei o metrô para Fortress Hill, onde se localiza meu albergue (Yesinn Hostel). Me chamou a atenção que, mesmo às 10 da noite, o metrô estava cheio, e passava de 3 em 3 minutos. Descendo em Fortress Hill, tive o primeiro contato com a cidade, ao caminhar pela King's Road. Ônibus e bondes de 2 andares passavam pela rua. Prédios velhos, aparentando ter mais de 50 anos, lembravam os da Av. Nossa Senhora de Copacabana. Ainda restavam alguns restaurantes de comida chinesas abertos, com menus indecifráveis na porta. Enormes letreiros nas fachadas dos prédios anunciavam algo em ideogramas chineses. Ainda havia bastante movimento na rua. Agora sim eu tinha a sensação plena de estar "do outro lado do mundo" !!!

Hong Kong é uma ilha no sul da China, situada próximo a cidade de Cantão (Guangzhou). O idioma oficial é o cantones, falado em todo o sul da China. Este é um idioma diferente do mandarim, falado no norte do pais, incluindo aí Pequim. Apesar de serem idiomas diferentes, a escrita é igual, pois são usados os mesmos ideogramas. O ingles é a segunda lingua em Hong Kong e todo mundo fala. As placas de ruas, nomes de estações de metrô, e menus de restaurantes, por exemplo, estão escritos nos 2 idiomas.

O albergue ficava num prédio enorme e velho, que parece comercial, mas na verdade era residencial. Parecia até o predio da Galeria Alaska, de Copacabana. A recepção ficava num apartamento no 5o andar. O atendente, de poucos sorrisos, me deu a senha para entrar no apartamento onde ficava o meu dormitório, no 15o andar. Fui pegar o elevador, e a surpresa: só tinha botão para descer ! Não dava pra subir. Tive que descer para depois subir !!! Ao chegar lá, digitei a senha do apartamento. Ele tinha uma pequema sala de estar, onde a galera do albergue se encontrava. Os quartos todos tambem tinham senha na porta. Alguns quartos eram privativos. O meu era coletivo. Digitei a senha e entrei. Acho que esse foi o menor quarto de albergue que já vi. Quatro beliches disputando um espaço mínimo num quarto em "L" muito pequeno. Não tinha nem ármario. O espaço restante era para as mochilas. Tinha um banheiro pequeno também, com chuveiro. Em Hong Kong não há muita alternativa. Os albergues são todos assim, em apartamentos pequenos, localizados em espigoes da zona central da cidade. É isso, ou pagar uma fortuna num hotel mais ou menos. Paguei 18 dólares a diária nesse albergue, quase o mesmo que paguei no hotel 3 estrelas de Patong a uma quadra da praia !!!

A porta de entrada do apartamento onde ficava o albergue (à direita):

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Cartaz no corredor do prédio: multa de 1500 dólares de Hong Kong (cerca de R$330) pra quem for pego fumando !!!

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No quarto do hotel só tinha um cara na hora em que cheguei. Era um francês que tambem tinha acabado de chegar. Conversei um pouco com ele em francês (ok, foi só pra dizer que eu sei falar francês, hehehe), tomei um banho, e depois desci pra comer no McDonald's, o único lugar que achei aberto.

Dei uma última caminhada pelos quarteirões próximos ao albergue antes de ir dormir. Vi coisas estranhas, como 3 pessoas na calçada de mãos dadas e cabeças abaixadas (parecendo estar rezando), e uma banca de frutas aberta meia-noite !!!

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A temperatura em Hong Kong estava bem mais agradável que na Tailândia, uns 26 graus.

Voltei pro albergue e fui dormir cedo pra aproveitar melhor o dia seguinte

Publicado por alexpt 15:19 Arquivado em Hong Kong Comentários (1)

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