Um blog do Travellerspoint

Grécia

Dia 9 - Rodes

sunny 29 °C

Pegamos o ônibus para o vilarejo de Lindos, a 80km de Rhodes Town. Demorou 1:30h e custou 5 euros.

Lindos é uma das principais atrações turísticas da ilha de Rodes. A paisagem do mar azul turquesa, das casas brancas e da Acrópole no topo da montanha é incrível !

DSC09595.jpg

Taxis na entrada do vilarejo. Só Mercedão.

DSC09599.jpg

O vilarejo de Lindos:

DSC09640.jpg
DSC09629.jpg

Praia de Lindos:

DSC09603.jpg
DSC09612.jpg
DSC09624.jpg

Acrópole de Lindos (século 4 A.C.).

DSC09639.jpg
DSC09611.jpg
DSC09616.jpg
DSC09621.jpg
DSC09623.jpg
DSC09628.jpg
DSC09630.jpg
DSC09631.jpg
DSC09633.jpg
DSC09638.jpg

Vista para os penhascos no alto da Acrópole:

DSC09636.jpg
DSC09637.jpg

Resolvemos dar um mergulho no mar e tomar uma Alfa para refrescar :)

DSC09652.jpg
DSC09650.jpg
DSC09644.jpg
DSC09648.jpg
DSC09649.jpg

Topless faz bem “pras vista”. Foi provado cientificamente :)

DSC09643.jpg

Última foto em Lindos antes de voltar para Rhodes Town:

DSC09653.jpg

Pôr do sol na praia ao lado do hotel, em Rhodes Town. Espetacular !!! No horizonte, as montanhas de Marmaris, na Turquia.

DSC09667.jpg

De noite, comemos na Taverna do Thomas, ao lado do hotel.

Pão de alho:

DSC09672.jpg

Moussaka:

DSC09675.jpg

Baklava, a sobremesa grega mais tradicional:

DSC09676.jpg

Demos uma volta na Cidade Antiga para ver se encontrávamos algum lugar diferente para tomar um cerveja.

DSC09678.jpg

Tomamos uma cerveja num bar latino, onde estava tocando salsa e tinha uns casais dançando. Meio fraco. Tomamos outra num outro bar famoso (Soho), mas também estava vazio. Resolvemos ir para o mesmo destino dos outros dias: Colorado Club, onde ficamos até umas 4h da manhã.

Publicado por alexpt 5:08 Arquivado em Grécia Comentários (0)

Dia 8 - Rodes

sunny 26 °C

Bastante sol e calor em Rodes.

A entrada da Colorado Club, onde fomos ontem.

DSC09553.jpg

A rua dos bares:

DSC09555.jpg

Rua residencial perto do hotel:

DSC09558.jpg

Paramos numa lanchonete para comer um Gyro Pita. A diferença dele para o kebab turco é que esse último é de carne de carneiro ou frango, e o gyro pita grego é de carne de porco ou frango.

DSC09562.jpg
DSC09560.jpg

Placa na rua:

DSC09563.jpg

Pegamos um ônibus para conhecer a praia de Kolimbia (3,50 euros):

DSC09565.jpg
DSC09566.jpg

O ônibus foi parando em diversos lugares antes de chegar, e em Kolimbia parou em uns 20 hotéis. Demorou 1h pra chegar. A praia não era nada demais. Era de pedras, e só tinha casais de coroas e famílias com crianças. Acho que éramos os únicos com mais de 15 e menos de 40 anos na praia, eheheh.

DSC09567.jpg
DSC09570.jpg

Voltamos pro hotel e depois saimos a noite pra comer algo na Cidade Antiga.

A cidade antiga de Rodes, com seus 3 km de muralhas, foi construída no século 14. Fica dentro da Rhodes Town. Achei bem parecida com a cidade antiga de Dubrovnik (Croácia). Caminhar por entre as vielas dá a impressão de ter voltado à Idade Média. Muito legal ! É bem grande, e fica fácil de se perder. No local há muitos restaurantes, bares e lojas de souvenirs.

DSC09583.jpg
DSC09571.jpg
DSC09573.jpg
DSC09574.jpg
DSC09575.jpg
DSC09579.jpg
DSC09582.jpg

O restaurante onde comemos:

DSC09576.jpg

Cerveja grega Fix:

DSC09577.jpg

Giouvetsi (uma massa grega bem pequena, que parece até arroz, com carne):

DSC09578.jpg

Demos uma volta pela Cidade Antiga para procurar algum lugar legal, mas estava tudo meio vazio. A impressão é a de que Rodes só deve bombar mesmo durante o verão (julho-agosto). Resolvemos voltar para a rua dos bares e entramos no mesmo lugar de ontem (Colorado Club), o único que estava mais cheio.

DSC09584.jpg
DSC09590.jpg

Essa noite estava fraca em relação à de ontem. Esvaziou cedo (3h da manhã).

Publicado por alexpt 4:53 Arquivado em Grécia Comentários (0)

Dia 7 - Atenas - Rodes

sunny 28 °C

A Grécia que conheci em 2007 é certamente bem diferente daquela que estou vendo agora. Aquele foi o último ano de crescimento da economia grega. De lá pra cá, ela já encolheu 20% (e continua caindo), e o desemprego é o mais alto da Europa, de quase 30%. A pouca pobreza que me lembro de ter visto era restrita a alguns imigrantes mendigando pelas ruas de Atenas. Agora ela está visivelmente maior. Vi muita gente pedindo esmola pelas ruas e dentro dos vagões do metrô. A fome virou uma realidade e a desnutrição infantil, algo impensável para um país europeu, é preocupante. As greves gerais são cada vez mais frequentes. O pior é que não há perspectiva de melhora no curto prazo. Enfim, é um cenário desolador. Felizmente a Grécia é um dos destinos turísticos mais interessantes do mundo, e o turismo, motor da economia, continua firme e forte, já que os maiores emissores de turistas para cá (Alemanha e Escandinávia) não sentiram ainda os efeitos da crise. O país recebeu no ano passado cerca de 16 milhões de turistas, e isso é 3 vezes mais que o Brasil recebe. Com o dinheiro que estou deixando aqui, ainda que não seja muita coisa, fico feliz em poder dar minha pequena contribuição para que este belo país possa se reerguer.

Paramos numa lanchonete perto do hotel para o café da manhã. Folhado de queijo feta (muito bom) por 1,50 euro, e suco.

DSC09486.jpg

Ainda tínhamos algumas horas em Atenas antes de pegar nosso voo para Rodes. Aproveitamos para conhecer o Parque Olímpico dos Jogos de 2004.

Para chegar lá, pegamos o metrô até o bairro de Marousi, no subúrbio de Atenas.

Ficamos impressionados com o estado deplorável do Parque Olímpico. Passaram-se apenas 9 anos, mas a impressão é a de que o lugar foi abandonado depois dos Jogos de 2004. Sujeira, placas pixadas, muito mato e muita ferrugem.

Bilheterias abandonadas na entrada:

DSC09506.jpg

Entrada do parque:

DSC09487.jpg
DSC09499.jpg

Estádios Indoor:

DSC09489.jpg
DSC09490.jpg

Piscinas:

DSC09491.jpg
DSC09493.jpg
DSC09494.jpg
DSC09495.jpg

O abandono é visível:

DSC09492.jpg
DSC09498.jpg

Atualmente o Estádio Olímpico é compartilhado pelos grandes clubes da cidade: AEK Atenas, Panathinaikos e Olympiacos. Estava fechado à visitação. Achei o Parque Olímpico de Atenas muito mal explorado turísticamente, em comparação com os outros que já conheci (Munique, Barcelona e Pequim). Não vi nenhum guichê de informações turísticas, e não havia nenhum turista lá além de nós. Imperdoável o estádio estar fechado à visitação.

DSC09504.jpg

Estrutura enferrujada do estádio olímpico. Não sei por que eu lembrei do Engenhão...

DSC09505.jpg

Todo este abandono serve de alerta para o Rio. É um exemplo a não ser seguido. A Grécia gastou um dinheirão para se preparar para as Olimpíadas (incluindo melhorias no metrô e aeroporto), estourou muito o orçamento inicial, atrasou o cronograma de obras, endividou-se até não poder mais e até hoje está pagando a conta disso tudo. Por conta dos Jogos de 2004, esperava-se um grande aumento do turísmo, o que nunca aconteceu, e o investimento que o governo fez nunca teve o retorno esperado. Foi uma aposta errada. Tudo isso deveria servir de alerta para aqueles que acham que os Jogos de 2016 vão fazer o Rio virar primeiro mundo. O Rio converteu-se de uns tempos para cá numa das cidades mais caras do mundo (incluindo aí o valor absurdo dos imóveis, hotéis, alimentação e serviços), e a desculpa é sempre a mesma: “Copa e Olimpíadas”. Espero que o desfecho não seja o mesmo da Grécia.

Segue um trecho extraído do Lonely Planet Greece que deveria servir de reflexão para nossos governantes: “After weathering doubts that they would never pull it off, Greece surprised the world by staging one of the best presented and efficient Games of the recent times. But at a cost. The budget blowout caused by increased security costs, lower than expected visitors and poor ticket returns means that Greece will be in the red for some years to come.” [obs: a edição desse livro é de 2005. Todo mundo sabe o que aconteceu depois…] “Many in the tourist and service industries across the Greek islands suffered badly during the 2004 summer. The anticipated windfall of hundreds of thousands of visitors to Greece and its islands never materialised, leaving many with hefty bills for renovations and investments. The tourist scene throughout the Aegean and Ionian seas in the summer of 2004 had never been thinner.”

Voltamos para o hotel para pegar a bagagem, e partimos para o aeroporto de metrô:

DSC09507.jpg
DSC09508.jpg

Almoço no aeroporto: Greek Mac (no pão sírio). 3,70 euros.

DSC09509.jpg
DSC09511.jpg

Propaganda na bandeja:

DSC09510.jpg

O voo de Atenas a Rodes durou 1h:
DSC09512.jpg

Rodes é uma das maiores ilhas do Mar Egeu, com 80km de um lado ao outro. Apesar de estar praticamente colada no litoral da Turquia, a ilha pertence à Grécia, mas nem sempre foi assim: ela pertencia aos turcos até 100 anos atrás, quando foi anexada pela Itália de Mussolini. Só foi devolvida à Grécia depois da 2ª Guerra Mundial.

Muitas civilizações já passaram por Rodes desde a pré-história: minóicos, micênicos, dóricos, persas, macedônios, romanos, bizantinos e turcos otomanos.

O Colosso de Rodes foi uma estátua de bronze de 32m de altura construída construída no século 3 A.C., e destruída por um terremoto no século seguinte. Foi considerada uma das 7 maravilhas da antiguidade. Atualmente não há resquícios da estátua, e nem mesmo se sabe ao certo o local exato onde ela ficava.

A ilha tem diversos vilarejos, alguns bem distantes um dos outros. A cidade de Rodes (Rhodes Town) é a maior da ilha, onde se concentram os principais hoteis, restaurantes e vida noturna. O aeroporto fica a uns 40min de ônibus da cidade de Rodes (2,20 euros).

O Manousos Hotel, onde nos hospedamos.

DSC09514.jpg

Pagamos apenas R$73/pessoa a diária no quarto duplo, o mesmo que pagamos no hotel de Kiev. A diferença é que esse hotel de Rodes é muitooooo melhor. Não tinha classificação, mas se for comparar com os hotéis do Brasil, é nível 4 estrelas.

DSC09520.jpg
DSC09515.jpg
DSC09516.jpg
DSC09518.jpg

A rua do hotel, com um monte de bares, restaurantes, mercados e outros hotéis. Fica a apenas uma quadra da praia.

DSC09513.jpg
DSC09522.jpg

A praia de Rhodes Town (de pedras), com um mar azul turquesa !

DSC09524.jpg
DSC09526.jpg

Andando pelas ruas, encontramos essas propaganda do Colorado Center, “world famous, live music, disco DJ, dance club”. Já havíamos decidido para onde iriamos de noite, eheheh !

DSC09527.jpg

Jantamos na Taverna do Thomas (de comida grega) na rua do hotel. Foi bem avaliado pelo Lonely Planet. O dono (Thomas) é um coroa muito gente boa. Uma figuraça. Fez maior festa quando dissemos que somos brasileiros. Puxou logo um papo sobre futebol, e mostrou um quadro com uma foto antiga dele num time onde ele jogava quando era novo.

DSC09556.jpg
DSC09531.jpg

Abrindo os trabalhos em Rodes com uma cerveja grega Mythos (2,90 euros, 500ml)

DSC09528.jpg

Queijo feta de entrada:

DSC09529.jpg

Moussaka (7,50 euros):

DSC09530.jpg

Licor de menta (veio de brinde):

DSC09534.jpg

Neste restaurante (e nos outros que vimos), há um monte de placas em línguas escandinavas. Os turistas dos países escandinavos são maioria em Rodes, fugindo do clima frio e cinzento mesmo no verão. Também vimos muitas placas de restaurantes escritas em russo e alemão.

DSC09557.jpg
DSC09591.jpg

Demos uma volta numa rua de pedestres ao lado do hotel onde se concentra a vida noturna. Vários bares, um do lado do outro, e turistas de cabeça amarela aos montes. Tomamos uma cerveja grega Alfa no bar Alexander (o meu bar, ehhe) por 3,50 euros (long neck).

DSC09540.jpg

Saímos de lá para escolher o próximo bar. Éramos abordados o tempo todo pelas promoters dos bares, que ficavam convidando a gente para entrar. Apareceram de repente 3 seguranças que me deram o maior esporro no meio da rua (“No bottles on the street !”). Perguntaram onde eu havia comprado a cerveja, e mandaram eu voltar para o bar para terminar de beber a cerveja lá. Só aí percebemos que realmente ninguém além de nós bebia na rua, ainda mais caminhando de um lado pro outro. Mania de brasileiro :)

Entramos na Colorado Club. Entrada 12 euros, com direito a um drink. Cerveja 500ml Amstel 6 euros. Drinks entre 8 e 10 euros.

DSC09541.jpg

O local é um misto de casa de show e boate. Tinha uma banda tocando rock e pop, e no intervalo um DJ tocava dance music. Tocou até sertanejo (Gusttavo Lima).

DSC09545.jpg
DSC09546.jpg

Ficamos por lá até as 5 da manhã.

Publicado por alexpt 14:15 Arquivado em Grécia Comentários (2)

Dia 6 - Kiev - Atenas

sunny 30 °C

De Kiev a Atenas foram 2:30h de voo.

Conheci a Grécia no verão europeu de 2007 e posso dizer que foi paixão à primeira vista. Da janela do avião, foi incrível a visão que tive da região de Atenas e ilhas próximas, aquele mar com tonalidades de azul que nem sabia que existiam, e um céu absurdamente limpo. Quando cheguei, encontrei em Atenas com meu amigo Sascha (do Rio também), que estava numa viagem de volta ao mundo que durou vários meses. Aliás, recomendo uma visita ao site dele, que tem histórias incríveis: http://www.voltaaomundo.org. Conhecemos também também as ilhas de Ios e Santorini, que estavam bombando, com muito sol e muita festa.

Pegamos o metrô no aeroporto ao chegar em Atenas, e descemos na estação Omonia, na região central da cidade.

DSC09403.jpg
DSC09404.jpg
DSC09405.jpg

A Plateia (praça) Omonia:

DSC09406.jpg

Estava bastante quente em Atenas, e o sol estava forte.

A rua do Soho Hotel, onde nos hospedamos. Fica a poucas quadras da estação de metrô Omonia. Pagamos apenas R$34/pessoa num quarto duplo, exatamente a metade do que pagamos no hotel em Kiev. Muito barato !

DSC09407.jpg
DSC09408.jpg
DSC09409.jpg

Vista da varanda do quarto:

DSC09410.jpg

Estávamos virados, mas resolvemos deixar o cansaço de lado e aproveitar o dia para dar uma volta pela cidade. Nosso tempo em Atenas era curto, já que tínhamos perdido um dia por causa do cancelamento do voo.

O hotel fica localizado no bairro de Psiri. Neste bairro moram muitos imigrantes árabes, chineses, indianos, e paquistaneses. Nas ruas das redondezas do hotel, os imigrantes são maioria. Quase não via gregos. Muitos imigrante são donos de lojas, lanchonetes e restaurantes. Várias lojas tem fachadas com coisas escritas em árabe e hindi (língua indiana). Pode parecer meio esquisito o lugar, mas é seguro. Tem bastante policiamento, e não há assaltos à mão armada como no Brasil.

DSC09478.jpg

Vendedor de azeitonas numa rua perto do hotel:

DSC09411.jpg

A Odos (avenida) Athinas com a Acrópole lá no fundo:

DSC09412.jpg
DSC09415.jpg

Gyro Pita (“churrasquinho grego”) por apenas 2 euros:

DSC09414.jpg

Lojas de souvenirs:

DSC09419.jpg

Chegando na Acrópole:

DSC09420.jpg

Ruínas:

DSC09421.jpg

Acrópole:

DSC09424.jpg

Vista da cidade:

DSC09422.jpg

O Parthenon, cartão postal da Grécia, foi um templo dedicado à deusa grega Atena. Foi construído no século 4 A.C.

DSC09433.jpg

Um outro templo na Acrópole:

DSC09430.jpg

Anfiteatros:

DSC09426.jpg
DSC09448.jpg

Bandeira grega:

DSC09439.jpg
DSC09443.jpg

Ruínas do Templo do Zeus Olímpico, visto do alto da Acrópole:

DSC09441.jpg

Vista para a cidade e o mar Egeu ao fundo:

DSC09447.jpg

Rua de pedestres próxima à Acrópole:

DSC09453.jpg

Estádio Panathinaiko:

DSC09455.jpg
DSC09459.jpg

Este estádio foi usado nos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna em 1896. Com arquibancadas todas de mármore, ele foi construído a partir das ruínas do estadio que era utilizado na antiguidade durante os Jogos Panatinaicos, misto de competições esportivas, eventos culturais e festivais religiosos em homenagem à deusa grega Atena.

Ele também foi utilizado como linha de chegada da Maratona das Olimpíadas de 2004, quando o mundo inteiro viu o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, que liderava a prova, sendo agarrado por um maluco na rua, e perdendo assim o ouro. Mesmo assim, ele não desanimou e continou a corrida até o final. Ganhou o bronze, sendo aplaudido de pé por milhares de torcedores no estádio. Virou posteriormente símbolo da famosa campanha de marketing “Sou brasileiro e não desisto nunca”.

maratona1.jpg
maratona2.jpg
maratona3.jpg

O edificio do Congresso Nacional:

DSC09462.jpg

A Praça Syntagma, em frente ao congresso, tem sido palco de frequentes protestos. Quando passamos por lá, havia acabado de acontecer um. O carro de som ainda estava lá, e tinha uma aglomeração de manifestantes e policiais.

DSC09460.jpg
DSC09464.jpg
DSC09466.jpg

A rua de pedestres Ermou:

DSC09467.jpg

Por indicação do recepcionista do hotel, jantamos numa taverna grega show de bola (Tavera Klimataria), bem perto do hotel. A comida era deliciosa e foi muito barato (paguei apenas 11 euros a entrada + prato). Era a própria dona do restaurante que servia os clientes. Cardápio escrito a mão. Música grega. Tudo bem “roots” e simples. Foi a melhor experiência gastronômica da viagem até agora !

DSC09477.jpg
DSC09476.jpg

Dose de ouzo (a “cachaça” grega), que vem de brinde para os clientes:

DSC09469.jpg

Tonéis de vinho:

DSC09475.jpg

Queijo feta de entrada:

DSC09471.jpg

Queijo feta grelhado:

DSC09472.jpg

O prato grego mais típico, a moussaka (parece uma lasanha de carne e berinjela, mas com batata no lugar da massa):

DSC09474.jpg

Já passava das 23h. Depois de uma noite inteira caindo na gandaia no Vodka Bar em Kiev, e um dia inteiro desbravando Atenas, estávamos exaustos, mas ainda encontramos forças para dar uma volta em Plaka (o bairro boêmio de Atenas) e ver a Acrópole iluminada à noite, lá no alto, bem ao estilo “Cristo Redentor”. Valeu a pena, é sensacional !

DSC09484.jpg

Publicado por alexpt 14:10 Arquivado em Grécia Comentários (0)

Dia 9 - Santorini

sunny 33 °C

Último dia na Grécia. Fomos dormir às 7h e acordamos às 11h pra tentar aproveitar ao máximo o dia.

Pegamos um ônibus para ir a Akrotiri, uma vila no extremo sul da ilha. No ônibus conhecemos duas paulistas gatas na faixa dos 20 anos que moram em Barcelona, onde "estudavam". Pelo papinho delas, achei beeeem suspeito. Aquilo, na minha terra...bem, deixa pra lá.

Fomos conhecer Akrotiri Antiga, as ruínas de uma vila construída no século 20 A.C pelos Minóicos, uma civilização tão antiga quando a dos faraós do Egito. Eles habitavam a ilha muito antes da chegada dos Romanos à Grécia. Uma erupção vulcânica de proporções catastróficas destruiu a vila e praticamente exterminou esta civilização.

A decepção foi que as ruínas estavam fechadas para visitação, pois estavam em reforma.

Fomos então conhecer a linda praia de Kokkini, que significa vermelho em grego, devido a coloração da areia e das falésias.

Europa_2007_257.jpg

Eu com a camisa do Olympiakos, time de coração dos gregos.

Europa_2007_260.jpg

A praia tinha a areia bem escura e muitas pedras, tudo de origem vulcânica.

Europa_2007_267.jpg

Marcamos um tempo lá, depois voltamos pra pousada e à noite partimos pra night na boate Koo. Mais uma noite sensacional !!! Saímos de lá às 5h da manhã.

Publicado por alexpt 14:00 Arquivado em Grécia Comentários (0)

(Textos 1 - 5 de 13) Página [1] 2 3 » Próximo