Um blog do Travellerspoint

França

Dia 15 - Paris

sunny 26 °C

Acordamos às 11h. Rafael disse que se estressou mais cedo com as australianas e os americanos que estavam fazendo barulho no quarto de novo. Eu estava tão chapado de sono que não escutei nada.

Dia de sol e calor, 26 graus. Camiseta e bermuda, lógico !

Comemos um sanduba numa "boulangerie" (padaria). As boulangeries de Paris são maneiríssimas. Pães, sanduíches, quiches, croissaints, doces e outras tentações...dá vontade de provar tudo ! Consegui pedir tudo em francês sem precisar gastar meu inglês !!

Fomos no Louvre.

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Fila bizarra na porta:

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Entrada:

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Vênus de Milo:

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Uma das galerias de pinturas italianas:

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La Gioconda (Monalisa):

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Interior do museu:

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Apple Store no Carrousel du Louvre, um shopping subterrâneo ao lado do Louvre:

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Place Vendôme, com lojas de pobre (Rolex, Cartier, etc)

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Comemos num restaurante chamado "La Main à la Pâte", no Quartier Latin, especializado em massas.

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Menu entrada + prato principal + sobremesa por 15 euros. Vinho meia garrafa por 12 euros.

Avocat (abacate) de entrada:

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Lasagne:

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Mousse au chocolat de sobremesa:

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Vinho Beaujolais:

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A noite fomos na região da Place de la Republique, região onde bomba mais em Paris. Passamos em frente a Favela Chic (de música brasileira), mas parecia meio vazia. Partimos pro Rex Club, a algumas quadras da praça. Fila na porta. O segurança perguntou algo em francês que não entendi. Perguntei se ele falava inglês, ele falou qualquer coisa sobre o DJ e deixou a gente entrar. Muitas casas noturnas da Europa tem "face control", que nada mais é do que um segurança babaca na porta escolhendo quem pode entrar e quem não pode, sem muito critério. Felizmente não fomos barrados (ainda) em nenhum lugar !!

Entramos por volta de 1h da manhã. Me chamou a atenção que não fomos revistados na porta, como aconteceria em qualquer boate no Brasil. Entrada por 15 euros, e chope 300ml por 6 euros (!!!). Música eletrônica (não gosto muito). Ficamos até as 4h por lá.

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Comi um crepe show de bola, de queijo e presunto, numa boulangerie que estava aberta do lado da boate.

Não tinha mais metrô pra voltar, então pegamos um taxi. Nem foi caro (8 euros).

A noite de Paris é bem fraca se comparada com outras capitais européias como Londres, Madri, e até outras cidades menores como Lisboa, Praga e Budapeste.

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Dia 14 - Paris

sunny 25 °C

A noite foi infernal. Os americanos e as australianas do nosso quarto chegaram da noitada por volta das 4h da manhã fazendo uma algazarra sinistra ! Gargalharam, falaram alto, acenderam a luz e acordaram todo mundo. Eles foram dormir tipo meia hora depois, e acordaram por volta das 6:30 da manhã fazendo de novo um barulho infernal. Nos albergues, eu sempre durmo com "earplugs" (aqueles plugs de ouvido de borracha que dão em alguns voos), então não escuto praticamente nenhum barulho, mas dessa vez o barulho que eles fizeram foi tanto, que não adiantou nada usar os plugs. Já fiquei em cerca de 40 albergues, e foi a primeira vez que tive esse problema com os companheiros de quarto. Existe um "código de ética" informal entre os mochileiros, e a regra número 1 é fazer o menor ruido possível ao entrar no quarto de noite quando outro mochileiro está dormindo. Os americanos foram embora de manhã, mas as australianas ficaram. Quando acordei, elas não estavam mais aqui no quarto, mas o Rafael reclamou com elas quando acordou e acho que elas se tocaram.

Como já eram 11h, o café da manhã do albergue já tinha terminado. Passamos num supermercado do lado do albergue e compramos iogurte, pão ciabatta, queijo brie, e comemos no quarto. Aproveitei pra comprar uma barra de chocolate Lindt por apenas 1,76 euros ! Achei os preços incrivelmente baratos. O queijo brie President custou 1,86 euros ! Tinha vinho bom no supermercado, de Bordeaux e Borgogne, sendo vendido por apenas 5 euros !!! Fico impressionado como somos roubados no Brasil !

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Fomos fazer o passeio turístico básico de Paris. O Rafael não conhecia, mas para mim já é a 5a vez na cidade. A inclusão de Paris e Berlim no roteiro foi por escolha dele, mas como eu havia escolhido outros países que ele não pretendia conhecer (como a Rússia), topei modificar o roteiro para incluir essas cidades.

Considero Paris uma cidade mais apropriada para se visitar em casal, e não com amigos, mas a cidade é tão bonita que não é de maneira nenhuma um "sacrifício" visitá-la mais uma vez. É um prazer, um privilégio, uma dádiva poder mais uma vez circular pelas ruas da cidade mais bela do mundo.

Paris não tem uma vida noturna tão boa como outras grandes capitais européias, como Londres, Berlim e Madri, mas vamos ver se a gente consegue encontrar pelo menos algum lugar legal para sair por aqui.

A primeira parada do passeio de hoje foi a Torre Eiffel. Enfrentamos 2h de fila pra subir, mas a vista lá de cima sempre vale muito a pena. Essa é, sem dúvida nenhuma, a cidade mais bonita do mundo. Não tem como comparar com nenhuma outra !!!

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A descida do 2o para o primeiro andar foi de escada, assim evitamos mais uma fila.

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O primeiro andar, onde funciona um restaurante.

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O Champ de Mars cheio de gente curtindo o sol e o clima agradável de primavera.

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Arco do Triunfo:

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Caminhada pela Av des Champs-Elyssés:

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Precinhos "camaradas" numa loja, e mesmo assim, uma fila quilométrica para entrar nela !!

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Exposição de carros da Citroën:

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Place de la Concorde, com o Obelisco de Luxor:

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A nova moda de Paris são os passeios de tuc-tuc, muito comuns no sudeste asiático:

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Jardin de Tuleries:

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Louvre:

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Pont Neuf:

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Pont des Arts:

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Cadeados com nomes de casais apaixonados na Pont des Arts:

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Um Bateau-Mouche:

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O "Lado B" de Paris...sem-tetos acampados debaixo de uma ponte:

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A Catedral de Notre-Dame, na Ile de la Cité:

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Basílica de Sacré-Coeur, em Montmatre:

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A quantidade de turistas que circulam pela cidade é impressionante. É tanto turista que os franceses parecem sumir no meio de tantas etnias. Eu devo ter escutado hoje uns 15 idiomas diferentes.

Pelas ruas vejo algumas francesas bonitas, e algumas poucas bem gatas. A coisa é bem melhor que na Alemanha, mas a Rússia é muitoooooo melhor !!!

Comemos no Le Paname, um restaurante em Montmatre bom e barato. Menu com entrada + prato + sobremesa por 20 euros.

Foie gras de entrada:

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Crevètes (camarões):

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Vinho de Bordeaux:

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A sobremesa foi um crepe flambado na vodka, bom demais !!

Estou conseguindo me comunicar bem em francês por aqui ! Não esperava que me saisse tão bem ! Estou entendendo quase tudo !!! Os 2 anos de curso na Aliança me serviram para algo !!!

Preferimos não fazer noitada hoje, pois não dormimos quase nada na noite passada e ficamos exaustos depois de andar tanto.

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Dia 13 - Berlim - Paris

sunny 22 °C

Primeiro dia da viagem que acordamos antes das 9h da manhã ! E foi o primeiro dia que tomamos café da manhã ! heheheh ! Achei o café da manhã do albergue bem fraco. Não tinha nenhuma fruta, pão duro, e ainda tivemos que pagar 4,50 euros, pois não estava incluido na diária. Nada a ver com o que vemos nos hotéis e pousadas do Brasil.

Pegamos o S-Bahn (metrô de superfície) para o aeroporto de Schoenefeld:

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O almoço foi um sanduba no aeroporto.

Nosso voo saiu às 14:30, e 1:40 depois chegamos no aeroporto de Orly, em Paris.

Depois de pegar o metrô (que estava lotado, pois era hora do rush), saltamos na estação Laumière, bem perto do albergue (St Christopher's Inn). Esta é uma região que fica afastada da zona turística. É mais ou menos perto da Place de la Republique e do Canal Saint Martin. A vantagem de se hospedar ali é que é bem mais barato, e fica perto de onde a noitada bomba em Paris, que é nos arredores da Place de la Republique. Os albergues que ficam na zona turística costumam ser muito ruins. Já fiquei num albergue em 2005 próximo a Torre Eiffel que foi o pior que já vi na vida. Apesar da localização perfeita, foi um verdadeiro pesadelo !!!

Já havia ficado no Saint Christopher's Inn em 2008. É o 2o melhor albergue onde já fiquei (entre os mais de 40 no total), só perdendo para o de Bangkok. É bem grande, tem quartos amplos, banheiros grandes e sempre limpos. Cada cama (beliche) tem uma cortina, e isso é ótimo, pois se alguem entra e acende a luz, não atrapalha seu sono. Além disso, cada cama tem luz de leitura e tomada individual. ótimo pra recarregar a bateria do notebook ou da câmera enquanto você dorme. Café da manhã básico, mas pelo menos está incluido na diária. No primeiro andar, um pub que bomba de noite. O lugar ideal pra socializar com a galera do albergue.

A frente do albergue:

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O quarto:

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Comemos no L'Alliance, um ótimo restaurante perto do albergue:

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Que diferença para a comida da Alemanha !! A cozinha francesa, assim como a italiana, é bem mais "gourmet".

Entrada: torradas com queijo de chèvre.

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Prato principal: crevètes (camarões) com batata.

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Pão, queijo camembert, vinho bordeaux..nada mais francês !

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Comida muuuuito boa ! Foi disparada a melhor da viagem !!! Só não gostei que o garçom falava inglês, então toda vez que eu tentava praticar meu francês, ele respondia em inglês !

Uma diferença que salta os olhos comparando Paris a Berlim é com relação aos imigrantes. Em Berlim, a maioria esmagadora é de turcos (e muitos deles "enganam" pois tem cara de alemão). Em Paris, a maioria é de africanos (negros e árabes). Diria que quase metade das pessoas que vimos no metrô e nas ruas perto do albergue eram imigrantes negros ou árabes.

O Quai de la Loire, um "calçadão" à beira de um canal afluente do Rio Sena. Fica bem ao lado do albergue. Como essa região está afastada da zona turística, os turistas são minoria. Os parisienses, em grupos de amigos, ficam fazendo picnic no final da tarde até tarde da noite, com muita cerveja, vinho, pão e queijo.

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Muitos deles ficam jogando algo semelhante a bocha:

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Deu uma esfriada de noite e voltamos pro albergue pra pegar o casaco. No quarto, conhecemos duas australianas e dois americanos.

Fomos tomar uma Guiness no pub do albergue, mas como estava meio caído, tomamos uma Leffe como saideira num quiosque no Quai de la Loire. O "calçadão" dos parisientes estava lotado, e isso numa 4a feira com um vento congelante ! Fomos dormir por volta das 2h da manhã.

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Dia 17 - Paris - Dijon - Beaune

sunny 35 °C

Acordamos às 10h, tomamos café da manhã no albergue, e pegamos o metrô para a Gare de Lyon.

Esperando o trem na estação:

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Esse foi o TGV (trem-bala) que pegamos para Dijon:

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A viagem até Dijon, capital da região da Borgonha, durou 1:30 (o trem andava a uma média de 250 km/h).

A Borgonha é conhecida por seus vinhedos e pela mostarda. Quem nunca ouviu falar na famosa mostarda de Dijon ?

Estava um calor absurdo lá. Fazia 35 graus, mas parecia mais. Fomos na bilheteria comprar a passagem para a cidade de Beaune, a 30 minutos dali. Falei para a simpatica atendente "je voudrais aller a Biôune", e ela morreu de rir com a maneira como eu pronunciei o nome da cidade. Ela me corrigiu (pronuncia-se "Bône"), perguntou de onde éramos, e nos deu as boas-vindas a França. Senti logo de cara que os franceses do interior são bem mais simpáticos e hospitaleiros que os parisienses.

Tínhamos 40 minutos livres em Dijon. Resolvemos fazer um lanche, pois já eram 3 da tarde e a barriga estava roncando. Achamos uma pequena brasserie em frente a estação. Pedi um croque monsieur, que é uma espécie de misto-quente com queijo gratinado por cima. Come-se com garfo e faca. Muito bom !!!

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Voltamos para a estação, pegamos o trem e em meia hora chegamos a Beaune, uma pequena e linda cidade de 21 mil habitantes.

Foto em frente a estação de trens:

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Uma das ruas próximas a estação:

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Nosso objetivo era visitar o Château de Pommard, uma vinícula no vilarejo de Pommard, de apenas 550 habitantes.

Eu estava com um mapa, e Pommard parecia ser próximo ao centro de Beaune. Andamos cerca de meia hora perdidos (mais por teimosia minha em não querer pegar taxi...coisa de mochileiro !!). Depois, com a insistência do Novello em pegar um taxi, desisti de ir andando, pois a vinícula fechava às 18:30 e já eram 17h. Não vimos nenhum ponto de taxi pela cidade, e não passava nenhum pelas ruas. Achamos um hotel e perguntamos na recepção se eles podiam chamar um taxi pra gente. A resposta foi um lacônico "não". Havia um telefone público dentro do hotel, mas não conseguimos usá-lo, e nem tínhamos telefone de nenhuma empresa de taxi. Achamos o escritório de turismo da cidade, onde uma simpática atendente nos deu um mapa da cidade, e alguns telefones de empresas de taxi. Ela disse que não podia chamar nenhum taxi pra gente. Saímos de lá, demos mais uma volta e não conseguimos achar nenhum orelhão. Voltamos no escritório de turismo e imploramos pra atendente chamar um taxi pra gente. Explicamos que tínhamos viajado de Paris pra lá só pra conhecer a vinícula. Ela ficou com pena da gente e chamou o taxi, que chegou em poucos minutos. Foi a melhor coisa que a gente fez. Pommard ficava a 4 Km de distância. A gente ia gastar mais de uma hora debaixo de sol forte pra chegar lá se a gente fosse caminhando !!! A corrida de taxi saiu por 12 euros (tranquilo).

Pommard é um vilarejo bem pequeno, cercado por vinículas.

Foto dos vinhedos no caminho entre Beaune e Pommard:

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Este é o pátio interno do Château de Pommard:

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A vinícula:

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Pagamos 15 euros para uma visita guiada à vinícula, à cave e para uma sessão de degustação dos vinhos produzidos ali. Era a última visita guiada do dia, e só tinha eu e o Novello de visitantes lá.

Um pequeno museu com objetos de cozinha antigos:

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Pátio interno com os tonéis de vinho:

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A vinícula:

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Entramos na cave, que fica no subsolo do château. Cerca de 400 mil garrafas de vinho e centenas de tonéis de carvalho descançavam ali sob uma temperatura constante de 12 graus.

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As garrafas de vinho são organizadas de acordo com o ano da safra. Quanto mais antiga a sfra, menor a quantidade de garrafas, e mais caras elas são. Vimos garrafas de safras de 30 anos atrás !!!

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Degustação do vinho Château de Pommard. Degustamos o vinho das safras de 2003, 2004 e 2005, e percebemos diferenças no paladar.

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O Novello comprou 2 vinhos: um da safra de 1977 (100 euros !!! louco !!!) e outro de 2005 (50 euros).

Sentimos que o guia francês ficou surpreso quando viu que o Novello comprou 150 euros em vinhos. Acho que ele não esperava que aqueles dois sul-americanos com cara de mochileiros fossem comprar alguma coisa lá. O tratamento mudou totalmente. No início, o guia mostrava as coisas com um pouco de má vontade, mas no final ele estava todo sorridente e entusiasmado. Com certeza ele devia receber algum percentual nas vendas !!

Pegamos o taxi de volta pra estação de Beaune. Pegamos o trem pra Dijon. Chegando lá, fomos comer num restaurante. Fomos atendidos por um garçon português bem gente boa. O restaurante era um buffet com saladas, carnes e frutos do mar. Pagamos apenas 20 euros, já com a gorjeta.

Demos uma rápida volta pelo centro de Dijon. Não deu tempo de conhecer muita coisa. Mas achei a cidade muito bonita.

Uma igreja:

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Rua no centro de Dijon:

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Pegamos o trem de volta pra Paris e chegamos lá por volta das 22h.

No quarto do albergue conhecemos mais brasileiros. Fomos tomar uma cerveja no pub do hotel, e depois dormir.

Tarde da noite, algo inusitado no quarto: um australiano (vizinho de beliche) e a namorada japonesa dele estavam fazendo "nheco-nheco", com direito a efeitos sonoros e tudo !! A luz do quarto estava acesa, mas como os beliches tinham uma cortina, não dava pra ver a "saliência" dos dois.

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Dia 16 - Paris

overcast 22 °C

Acordamos bem tarde (13h), tomamos banho, e fomos comer um sanduiche.

Pegamos o metrô e fomos no Louvre, onde passamos 2h. Eu já conhecia o museu, era a 3a vez que o visitava, por isso nem tirei foto.

Na saída do museu, encontramos com o Sandro, e nos despedimos dele, pois ele estava voltando para Genebra.

Foto que tiramos com o Sandro:

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Demos uma passada na Gare de Lyon pra comprar nossa passagem de TGV (o trem-bala francês) pra Beaune. Nossa idéia era fazer no dia seguinte um bate-volta para a região da Borgonha, e visitar uma vinícula.

O Novello foi pro aeroporto ver se ele conseguia resolver o problema com a passagem dele. Combinamos de nos encontrar às 23h no L'Alliance, uma brasserie perto do albergue.

Peguei o metrô e fui pra Montmatre. Esta é a Boulevard de Clichy, lugar de "saliência", com muitas sex shops e casas de strip:

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O famoso Moulin Rouge:

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Subi a Rue Lepic e me embrenhei no coração de Montmatre. Esta era uma feira perto da estação Abbesses do metrô:

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Esquina da Rue Chappe com a Rue Tardieu. Muitos restaurantes e bistrots por estes lados.

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Um pequeno bistrot com os preços na porta. Entrada + prato ou prato + salada por 19,50 euros. Garrafa de vinho (750ml) de Bordeaux por 22 euros !!! Um preço muito honesto, considerando que é uma zona turística de PARIS.

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Subi uma escadaria e cheguei a linda basilica de Sacré Coeur, que tem uma vista maneira para a cidade:

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Voltei pro albergue, tomei um banho, e fui pra brasserie L'Alliance. Deu 23h e nada do Novello chegar. Fiz o meu pedido pro garçon. Passou quase uma hora, já estava terminando de comer, e comecei a ficar preocupado. Já estava pensando no que deveria fazer, se era melhor avisar o desaparecimento do Novello primeiro para a polícia ou pro consulado brasileiro !!! Eis que surge milagrosamente o Novello das cinzas, e entra no restaurante !!! A história dele foi mirabolante. Ele estava meio bolado de ir sozinho pro aeroporto, mas foi mesmo assim. Foi necessário fazer uma baldeação pra pegar o RER (trem urbano). Na estação em que ele esperava o RER pro aeroporto, ele percebeu que algo estava errado, pois não passava nenhum trem. De repente, algo foi anunciado nos auto-falantes da estação em francês, e ele não entendeu. As pessoas saíram da estação reclamando, e ele não estava entendendo o que estava acontecendo. Ele viu mais duas meninas de mala que estavam mais perdidas ainda. Ele resolvei perguntar então para uma francesa, que não falava inglês. Ela tentou explicar em francês, e de alguma maneira milagrosa, consegui entender que a empresa de trens havia entrado em greve !!! Ele foi seguindo algumas pessoas, pegou outro trem em outra estação, em conseguiu chegar ao aeroporto. A maior surpresa foi que a atendente da TAM conseguiu emitir novamente a passagem de volta dele em questão de segundos. Pelo menos alguma coisa tinha que ter dado certo aquele dia !! Ele voltou então e foi encontrar comigo no restaurante. Este foi o final feliz da epopéia da passagem da TAM perdida num trem de Oslo !!!

Depois de terminar de jantar, o Novello ainda voltou pro albergue pra tomar um banho e se arrumar. Quando saimos de lá, já era quase 1 da manhã. Não tinha mais metrô. Nosso plano era ir fazer alguma night. Tínhamos alguns endereços de boates na região central da cidade, próxima ao Louvre, mas como chegar até lá sem metrô ? Não tínhamos bilhete de ônibus (tem que comprar antes de embarcar), e não sabíamos que linha pegar. Taxi seria uma fortuna. Resolvemos só tomar uma cerveja num bar perto do albergue, que tinha uma galerinha bem esquisita. Ficamos lá menos de meia hora e fomos dormir.

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