Um blog do Travellerspoint

Tailândia

Dia 14 - Koh Phi Phi

sunny 34 °C

Madruguei às 6h. Tomei café da manhã no hotel e fui pra agência de mergulho, que ficava bem perto do hotel.

Fui apresentado ao dive master que me acompanharia nos mergulhos, um espanhol. O grupo no total tinha uns 10 mergulhadores. Como tinha mais de 3 anos que eu não mergulhava, fiz o "Scuba Review", que é uma revisão teórica e prática.

Pegamos o barco no cais e fomos até Koh Phi Phi Ley, uma ilha vizinha. No barco conheci mergulhadores de vários lugares: Noruega, Canadá, Espanha, Holanda e França. Me chamou a atenção que não havia nenhum oriental sequer no barco. Os mergulhos em Koh Phi Phi parecem ser explorados somente por europeus.

A visibilidade da água era impressionante, e a temperatura estava próxima dos 30 graus. Vi várias tartarugas, moréias, cavalos marinhos, uma serpente e até um tubarão !!! Mas era pequeno e não tinha dentes. Paguei 2500 bahts pelos dois mergulhos (R$125), uma pechincha !!! E olha que Koh Phi Phi é lugar mais caro pra mergulhar na Tailândia ! Há lugais mais baratos, como Koh Tao.

Retornei do mergulho às 13h. Fui almoçar num restaurante de comida tailandesa com um canadense que mergulhou comigo e depois pegamos uma praia, onde tambem conhecemos uma galera da Irlanda. Achei siniiiiiistro entender o inglês dos irlandeses, muito complicado mesmo !!! Eu simplesmente não conseguia entender nada ! O inglês do canadense era muito mais tranquilo de entender.

A noite comi massa (spaghetti). Estava já enjoado da apimentada comida tailandesa. Não rolou night, pois tive que acordar cedo no dia seguinte. Fui dormir às 23h.

(Não tirei nenhuma foto esse dia !)

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Dia 13 - Koh Phi Phi

sunny 35 °C

Fotos do quarto do hotel:

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O hotel:

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Tomei café da manhã no hotel e saí pra dar uma volta pela ilha.

Barraca de lanches em frente ao hotel:

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Proximidades do hotel:

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Fiz um passeio para conhecer um mirante que dizem que tem uma vista maneira, mas depois de andar mais de uma hora por uma estrada ingreme debaixo de sol forte, não consegui encontrá-lo. Nessa estrada vi uma mini favelinha, com casas de palha e de lata. Muito lixo no local.

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Alerta de desabamentos:

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No caminho vi uma placa indicando o "Water Collection and Construced Wetland System", também conhecido como "Poo Garden" (literalmente, "jardim de cocô"). O cheiro de esgoto ali era insuportavel.

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Desci de volta para a praia perto do local, que era incrível ! Me senti no Caribe.

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No local vi várias placas indicando "Tsunami evacuation route", ou seja, as rotas de evacuação da população em caso de tsunami.

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Até na praia tem santuário budista !

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Uma das inúmeras casas de massagem tradicional tailandesa:

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Típica viela da ilha, cheia de lojas de souvenirs, bares e restaurantes:

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Passei em algumas agências de mergulho pra ver se conseguia mergulhar a tarde. Passei numas 5, e nenhuma tinha mergulho a tarde, só de manhã cedo. O preço do mergulho e aluguel de equipamento era o mesmo em todas as agências, como se fosse um cartel: 2500 bahts por dois mergulhos (R$125), uma pechincha !!! Fechei o mergulho para as 7h da manhã numa agência que tinha uma plaquinha com a bandeira do Brasil e escrito "falamos português". Cheguei falando "bom dia", mas ninguém entendeu. Quando falei que era brasileiro, veio um dive master paulista trocar idéia comigo. Ele falou que estava na ilha há poucos meses, e que também tinha trabalhado em Dahab, no Mar Vermelho (Egito, onde estive em 2007). A agência era de um grupo de dive masters noruegueses, mas eles contratavam por temporada gente de várias nacionalidades.

De tarde fiz um passeio irado de lancha em Koh Phi Phi Ley, que é outra ilha próxima. Nessa ilha está a Maya Bay, onde foi gravado o filme "A Praia", com Leonardo di Caprio. Isso na verdade acabou atraindo uma multidão de turistas. Essa praia é realmente linda. Essa ilha Koh Phi Phi Ley não é habitada, e as pessoas não podem passar a noite lá, só passam o dia e voltam de barco. Essa é uma forma de preservar o local. Mergulhei com snorkel em uma outra baía, com uma visibilidade muito boa.

A lancha parou numa pequena praia onde tinha umas árvores cheias de pequenos macacos. Um deles entrou rapidamente na lancha e roubou um pacote inteiro de pão de forma !!! Maior ladrão ! Levou embora e depois ficou comendo tudo sozinho num canto da praia.

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Vídeo com o macaco "gatuno":

A lancha:

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Vida boa....

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Uma baía onde a lancha parou pra gente dar um mergulho:

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A Maya Bay, onde foi gravado o filme "A Praia", com Leonardo di Caprio:

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Mergulhando de snorkel e jogando pão para os peixes, que vinham aos montes:

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O passeio durou no total 4 horas, terminando com um pôr-do-sol sensacional:

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Na lancha conheci um cara gente boa de Curitiba que mora na China. Na foto, a galera do barco: tailandes 1, brasileiro, alemão, tailandês 2 e eu.

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Passei no hotel pra tomar um banho, e combinei mais tarde de comer uma pizza com o curitibano. Depois fomos tomar uma cerveja num dos vários bares na praia. Não estava muito cheio. Praticamente todos eram turistas europeus e americanos. No meio da noite, começou a tocar aquela versão mixada do "Rap das Armas" ! Surreal escutar essa música do outro lado do mundo ! Até gravei um vídeo pra registrar o momento:

Fui dormir cedo (meia noite), pois tinha que acordar às 6h no dia seguinte para mergulhar.

Publicado por alexpt 6:31 Arquivado em Tailândia Comentários (2)

Dia 12 - Phuket - Koh Phi Phi

sunny 35 °C

Acordei às 10h, comprei meu café da manhã no 7-Eleven pra variar, e fui pra praia. Andei de para-quedas aquático...muito maneiro !!! O para-quedas é puxado por uma lancha, e você sobe uns 50m. A lancha dá uma parada e você começa a cair lentamente. Quando está quase tocando a água, ela começa a acelerar de novo, e outra decolagem A aventura só uns 10 min, mas foi maior adrenalina !!

Passei no caixa pra sacar mais dinheiro e, para minha surpresa, o cartao não foi aceito !!! Deu o erro "transaction failed" ! Momento de tensão. Tentei em outros 4 caixas e deu o mesmo erro. Era como se o meu pneu tivesse furado, e o estepe também. Eu tinha pouco mais de 400 dólares, mais cerca de 400 bahts em cash. Meu outro cartão eu havia perdido em Bangkok sei lá como e onde. Se eu não conseguisse mais sacar dinheiro nesse cartão que deu erro, eu teria que passar os 14 dias de viagem só com esse dinheiro que eu tinha guardado para emergências. Passar fome eu não ia passar, mas ia ter que me privar de algumas coisas, como sair a noite todo dia, souvenirs, etc. Eu tinha a opção de pedir segunda via do cartão, mas o hotel para onde eu estava indo na ilha de Koh Phi Phi não tinha nem endereço. Tinha grandes dúvidas se o cartão chegaria mesmo. Decidi que tentaria novamente sacar dinheiro em Koh Phi Phi, e se não conseguisse, solicitaria a segunda via no endereço do albergue de Hong Kong, o destino seguinte.

Voltei pro hotel ao meio dia pra tomar um banho e fazer o check out.

A van passou pra me buscar às 13h, e me levou para o pier que fica do outro lado da ilha.

A travessia de barco até a ilha de Koh Phi Phi durou 2h.

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Koh Phi Phi é uma ilha que ficou famosa depois do filme A Praia, com Leonardo di Caprio. O filme é uma boa porcaria, mas as cenas gravadas na ilha são belíssimas. Um verdadeiro paraíso. A ilha é bem menor que Phuket, tem praias azul turquesa e excelentes pontos de mergulho.

Não existe endereço em Koh Phi Phi. As ruas não tem nome, e as casas não tem número. Não há carros na ilha. Todo mundo se desloca a pé ou de bicicleta. A ilha lembra Morro de São Paulo, na Bahia. A vila principal, onde fica a maioria dos hotéis, tem bastante comércio: lojas de souvenirs, bares, restaurantes, bancos, e.... 7 Eleven (pra variar!!), e casas de massagem (mania tailandesa !!)

Com um mapa na mão, desci do barco e andei por uns 20 minutos me embrenhando pelas vielas da vila principal da ilha, que formam um verdadeiro labirinto. Me perdi algumas vezes, mas segui umas placas e encontrei finalmente o hotel, que se chamava Phi Phi Casita. Os quartos eram bangalôs bem equipados, e o hotel tinha piscina e café da manhã incluso. Paguei apenas R$65 a diária.

Tomei um banho e saí pra dar uma volta. Já era noite. Uma das primeiras coisas que fiz quando cheguei na ilha foi procurar um caixa eletrônico pra ver se meu cartão era aceito. Fiquei bastante aliviado quando consegui sacar 5000 bahts. O problema devia ser com os caixas de Patong !

Comprei uns sanduíches e sucos malucos num mercado perto do hotel. O suco de ginseng que comprei:

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As vielas da ilha estavam bem movimentadas, cheias de turistas. Muitos O que mais tinha era restaurante, barracas de lanches, agëncia de mergulho e casa de massagem. Muitas placas indicando rotas de evacuação em caso de tsunami, como esta:

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Koh Phi Phi foi fortemente afetada pelo tsunami de 2004 que atingiu o sudeste asiático. Ondas de 6 metros devastaram cerca de 70% das construções. 850 pessoas morreram e cerca de 1200 jamais foram encontradas. 5 anos depois, a ilha estava completamente recuperada, e os resquícios do tsunami pouco se notavam. A única coisa que percebi foi alguns terrenos baldios perto da praia onde aparentemente existiam antes construções de madeira, pois restavam alguns destroços.

Uma placa com distâncias para várias cidades, incluindo "Rio de Janerio" (distância errada, é muito mais que isso !)

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Um pequeno mercado com uma diversidade enorme de pimentas:

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A noite em Koh Phi Phi é bem tranquila. Tem alguns poucos bares na praia que tocam música eletrônica. A faixa etária dos turistas é mais baixa que em Patong, entre 20 e 30 anos. Em Patong tinha muito turismo sexual, coisa que em Koh Phi Phi não vi. Muito turista europeu e americano. Só vi tailandês trabalhando, nenhum turista. A ilha deve ser cara demais para eles. Reparei que tem muitos europeus com negócios na ilha. São donos de restaurantes, bares e agências de mergulho (tem várias). Muitas garotas européias fazem panfletagem de festas pelas ruas estreitas da vila. Gostei bem mais de Koh Phi Phi que de Patong.

Outra coisa que reparei é que os tailandeses são fascinados por futebol inglês. Todo mundo acompanha e torce para um time da liga inglesa. Os bares só passam jogos do campeonato inglês.

Tomei umas cervejas no bar Ibiza e no Apache, na areia da praia. Cerveja barata (60 bahts = R$3). Musica eletrônica. A onda lá era ficar vendo uns matutos locais fazendo acrobacias com cordas pegando fogo, e outras coisas. A noite de Morro de Sao Paulo, Buzios e Arraial d'Ajuda é bem mais animada. Mas se a noite em Koh Phi Phi é fraca, não tem problema, na verdade meu principal objetivo nessa ilha era mergulhar. Vi várias agências maneiras de mergulho na vila, inclusive uma delas tinha um cartaz escrito "FALAMOS PORTUGUÊS"...a conferir !!!

A festa no Ibiza e Apache:

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Fui dormir cedo (23h), pois a noite estava fraca.

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Dia 11 - Phuket

sunny 35 °C

Acordei às 11h. Comprei meu café da manhã adivinha onde ? 7 Eleven ! Sim, em Patong tambem tinha isso.

Foto do hotel:

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Casa de massagem tradicional tailandesa ao lado do hotel. Toda vez que eu passava em frente, era praticamente sugado pra dentro pelas meninas que ficavam na calçada, hehehe.

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Na Tailândia achei pra vender uns sucos estranhos de.... flores ! Comprei um pra experimentar e achei meio esquisito. O gosto era de.....flor mesmo !

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Tirei o dia para relaxar na praia, sem fazer absolutamente nada ! Fazer nada também é muito bom. Em Bangkok andei pra caramba, foi tudo meio corrido. Deitei numa espreguiçadeira na praia, debaixo de uma barraca, e fiquei a tarde toda lá cochilando. O mar era azul turquesa, e a água morna, como no nordeste brasileiro. Pra acompanhar, uma cerveja Cingha bem gelada. Sem preço !!!

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Nas praias de Patong, muitos vendedores passavam vendendo cangas, picolé, óculos, etc. Lembra bem o Brasil. Mas reparei que ninguém passava vendendo bebidas e comidas. Para isso tem umas barracas que vendiam, exatamente como no Rio.

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Nessa praia havia muita gente praticando esportes aquáticos. Jet ski, ski aquático, para-quedas aquático, banana boat, etc. A quantidade de jet skis era enorme, e eles passavam a poucos metros dos banhistas. Achei os preços muito "pra gringo". Meia hora de jet ski era 1500 bahts (R$75)

A rua da praia:

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Um tuk-tuk de Phuket:

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Em Phuket, assim como Bangkok, não há lixeiras nas ruas. Eu sinceramente não sei onde as pessoas jogavam lixo. Nem na praia tinha lixeira. Achei esquisito também que ninguém andava na rua bebendo cerveja, coisa bem normal no Brasil. As pessoas preferem sentar nos bares e pagar 3x o preço que se vende na 7-Eleven.

A noite jantei uma lasanha num restaurante italiano muito bom. O dono era um napolitano gente boa, que recebia os clientes na porta, e ate desenferrujei um pouco meu italiano com ele.

Phuket tem muitos restaurantes de frutos do mar frescos. Os asiáticos dão muita importância se a carne é fresca ou não. Em vários lugares você podia escolher o peixe, camarão ou lagosta ainda vivos, e eles preparavam na hora.

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O "wai" (cumprimento tailandês):

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Essas barracas são muito comuns na Tailândia, vendendo bolinhas de frango, carne, e uns peixes ressecados meio estranhos, que ficam pendurados num fio, como se fosse roupa secando no varal.

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Mapa dos bares da Bangla Road, a rua do agito de Phuket:

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A night começou na boate Banana. Fiquei lá menos de 10 minutos. Estava bem caída. Depois fui para a Marlboro, que tambem só tinha garota de programa. Acabei tomando a saideira na Tiger, e voltei umas 3h pro hotel.

Pra falar a verdade, não gostei muito de Phuket, pois era uma cidade muito voltada para o turismo sexual. Como a minha parada não é essa, me senti meio deslocado no lugar. A todo momento eu era abordado por massagistas ou garotas de programa nas ruas, e era uma sensação ruim, pois eu ficava me sentindo um "caixa-eletrônico ambulante". Ou seja, os locais só me viam como potencial fonte de dinheiro, e mais nada. A interação com as pessoas do lugar era puramente profissional. Complicado fazer amizades lá. Me senti sozinho ficando hospedado em hotel, pois era muito mais dificil de socializar com outros mochileiros. Nesse ponto, albergue é muito melhor.

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Dia 10 - Bangkok - Phuket

sunny 34 °C

Acordei às 11h e peguei um taxi para o aeroporto. Em frente ao albergue sempre ficavam vários taxistas e motoristas de tuk-tuks abordando os hóspedes. Eu sempre fugi desses caras, porque a maioria só queria explorar os turistas fazendo corridas com preço fechado (sem taxímetro), muito mais caras que o normal. Andei até outra rua e fiz sinal para um taxi parar. Taxis em Bangkok são abundantes, acho que tem mais até que na zona sul do Rio ou Manhattan. Perguntei para o taxista quanto ele queria para me levar até o aeroporto. Já tinha ouvido falar que do centro para o aeroporto eles só aceitavam preço fechado, então eu ja estava conformado em gastar uns 500 bahts (R$25), o que é caro para a Tailandia. Fiquei comovido com a honestidade do taxista, quando ele falou que a corrida para o aeroporto era com taxímetro. No começo, eu achei que ele fosse fazer um caminho mais longo, só pra faturar mais, mas a corrida saiu por apenas 350 bahts (R$17) já com os pedágios.

Até no aeroporto o rei da Tailândia aparece estampado em fotos enormes na fachada externa do setor de embarque. Em algumas partes do aeroporto há santuários com a imagem do Buda.

Almocei no aeroporto mesmo num restaurante de comida tailandesa. Comi um prato de frango com curry, mas esse eu não gostei. Tinha algum tempero aromático que eu parecia eucalipto. Dava a impressão de que eu estava comendo frango ao molho daquelas essências de sauna. Pelo menos fiquei com o hálito perfumado, hehe.

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Comi também uns espetinhos com bolinhas de frango que vendia num quiosque. Esses espetinhos são vendidos por todos os lugares de Bangkok por camelôs, mas fiquei com medo de comer e passar mal. No aeroporto parecia limpo, então criei coragem e comi. Achei bem gostoso.

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O voo até Phuket durou 1:20h. Phuket é uma ilha no sul da Tailandia, próxima a fronteira com a Malásia e Mianmar. A ilha é enorme, não dá para conhecer tudo de uma vez só.

Foto que tirei pouco antes da aterrisagem:

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O aeroporto de Phuket:

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No desembarque, fui abordado por um exército de "tuts" (vendedores picaretas de pacotes de turismo) e motoristas de taxi. Acho que fui abordado umas 30 vezes num espaço de 20 metros. O taxi até a praia de Patong (onde ficava meu hotel) era 650 bahs (R$32) . Peguei uma van por 150 baths (R$7,50). No meio do caminho, a van parou numa agência de turismo, e eles queriam empurrar pacotes suspeitos para os turistas. Recusei tudo e entrei de volta na van.

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Do aeroporto até o hotel demorou umas 2h, porque alem de ser longe, a van ia parando para deixar os passageiros em cada hotel.

O hotel (Silver Resortel) era um 3 estrelas bom, mas sem luxo. As fotos que eu tinha visto no site mostravam quartos muito melhores. É a velha propaganda enganosa dos sites de hotéis. Depois fiquei sabendo que as fotos eram dos quartos mais caros. O meu quarto era como o padrao Ibis, mas não gostei da ausência de janela. Pelo menos ficava a 1 quadra da praia e a diária custou apenas R$55.

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Achei esse cartaz atrás da porta algo totalmente inusitado para um hotel, e no mínimo, deselegante. Era o "lose & damage charge", ou seja, a lista de todos os objetos do quarto (TV, armário, cama, toalhas, etc), e os preços a serem pagos em caso de extravio ou dano.

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Tomei um banho e saí pra comer algo. Assim que coloquei os pés na calcada, já fui abordado por garotas de programa num bar do lado do hotel. Alguns metros depois, um grupo de 10 meninas na casa dos 20 anos gritavam em coro "massaaaaaaaaaage" (o sotaque tailandes é muito engracado). Até dobrar a esquina, andando uns 50 metros, fui abortado 4 vezes. O assédio ao turista em Phuket é implácavel !

Dei uma volta pelo calçadão e pelas ruas principais. A praia de Patong lembra muito Geribá em Búzios. Mas me chamou a atenção que não haviam casa ou apartamentos no lugar. Tudo se resume a hotéis e comércio (bares, restaurantes, mercados, lojas, casas de massagem, etc). Os turistas eram todos ocidentais (com raras excessoes) e os tailandeses que vi trabalhavam nos hotéis e comércio, oferecendo serviços. Patong é um lugar montado para o turismo estrangeiro. Mal sinal, porque com certeza os preços são mais altos do que os tailandes estão acostumados a pagar em outros lugares. Phuket é o principal destino de praia do sul da Tailândia e os europeus vão em massa pra lá. Mesmo sabendo que os preços lá são mais altos do que deveriam ser, achei as coisas em geral baratas.

O rei aparece em fotos até no calçadão da praia:

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Cuidado com o tsunami !!!

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As brasileiríssimas Havaianas são sucesso até do outro lado do mundo !!!

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Muitos restaurantes na orla:

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Um tuk-tuk:

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Hard Rock Café:

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Jantei num restaurante indiano muito bom na rua da praia. Comi Samosa (tipo um pastel com recheio de legumes e frango, muito bom) e tomei uma cerveja Cingha.

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Pedaços de dragon fruit que comprei:

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A quantidade de restaurantes, hotéis e bares em Patong é impressionante. Fica até difícil escolher onde comer. Tem de tudo.

O que mais se escuta em PAtong é "Masssaaaaaaaage ?" e "Tuk tuk ?" . É o tempo todo. Tem que ter paciência. Algumas massagistas chegam a te agarrar pelo braço, quase implorando para você fazer uma massagem tailandesa com ela.

Chamou a atenção tambem a grande quantidade de garotas de programa. O turismo sexual é muito grande em Patong. O que mais se vê são coroas europeus andando de mão dada com garotinhas tailandesas na faixa dos 20 anos. Elas vem em geral da região mais pobre da Tailândia, na região nordeste, que faz fronteira com o Laos. Puket tem uma rua enorme apinhada de bares e boates onde as tailandesas se oferecem para os turistas.

Não achei em Patong uma night "normal". Pra todo lugar que ia, era só garota de programa e coroa gringo. Entrei numa boate chamada Tiger, tomei uma cerveja lá e tentei me divertir.

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O chato de ficar em hotel sozinho é que fica mais dificil de fazer amizades, ou pelos uma companhia pra sair a noite. Em albergue vpcê sempre está conhecendo maior galera. Mas em Patong não há albergues, até porque os hotéis são bem baratos.

Fiquei na Tiger até umas 4 da manhã e fui dormir.

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