Um blog do Travellerspoint

Holanda

Dia 20 - Amsterdam - Praga

sunny 23 °C

Tomamos café da manhã no albergue e saímos pra dar uma volta de bicicleta.

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Em Amsterdam, os ciclistas precisam respeitar todas as regras de trânsito. Não tem essa de sair avançando os sinais vermelhos.

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Fomos até o De Gooyen Molen, um moinho holandês dentro da cidade:

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Prédios residenciais modernos próximos ao moinho:

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Barcos-residências:

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"I AMSTERDAM" em frente ao Rijksmuseum:

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Rijksmuseum, principal museu de artes da Holanda:

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A magrela em frente ao Rijksmusem:

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O Van Gogh Museum:

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Na Museumplein (Praça dos Museus), com o Stedelijk Museum ao fundo:

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Fomos depois pedalando até o Vondelpark, um enorme parque, o maior da cidade.

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Uma placa engraçada que achamos na entrada do parque - "Proibido ficar pelado pegando sol". Em 2008 foi aprovada uma lei que permite que as pessoas façam sexo ao ar livre neste parque, desde que estejam distantes de crianças.

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De repente começou a chover forte, e ficamos esperando diminuir a chuva debaixo de umas árvores. Conhecemos uns brasileiros lá que também estavam se protegendo da chuva.

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Voltamos para a Damplein pra devolver a bicicleta, e depois fomos no Museu de Cera Madame Tussaud's.

Bob Marley:

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Bono Vox:

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Ronaldinho Gaúcho:

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Olhando a calcinha da Marilyn Monroe:

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Nicholas Cage:

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Já era 17h e aproveitamos pra tomar a saideira num bar, pois à noite estávamos de partida para Praga.

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Uns bêbados malucos em frente ao bar onde estávamos. Eles ficavam apostando flexão, e um deles inclusive colocou um vaso na cabeça !!!

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Pegamos nossas mochilas no albergue e fomos pro aeroporto. Nosso vôo partiu às 21h e 1:30 depois chegamos a Praga.

Não tinha nenhuma casa de câmbio aberta no aeroporto, pois já estava tarde. Trocamos euros por coroas tchecas numa interessante máquina automática. O aeroporto não tinha metrô, mas tinha um ônibus que levava até a estação terminal de uma das linhas do metrô da cidade. Ele já estava de partida, e estava lotado. Não sabíamos onde tinha que comprar o bilhete (quase sempre é antes de embarcar, em alguma máquina ou guichê). Entramos na porta da frente, e não dava pra perguntar pro motorista onde comprava a passagem, pois tinha uma parede de vidro isolando o motorista dos passageiros. Entramos pela porta de trás, e não veio ninguém vender bilhete. Ou seja...demos balão na passagem, meio que sem querer ! hahahah. Ficamos um pouco tensos um tempo, pois poderia aparecer algum fiscal carrancudo no meio do caminho cobrando a passagem e falando coisas inteligíveis em tcheco, mas isso não aconteceu.

Depois de uns 20 minutos, descemos em frente a estação de metrô Dejvická. Logo depois que saimos do ônibus, dei falta da minha mochila pequena, onde estava minha câmera, passagens e passaporte. Entrei em pânico !!! Voltei voando pra dentro do ônibus, e ela estava lá, intacta, em cima do banco. Desci aliviado. Essa foi por pouco ! Perder o passaporte e a câmera com todas as suas recordações da viagem realmente não seria nada agradável.

Entramos no metrô e descemos na estação Starometská, bem no centro antigo da cidade. Penamos um pouco pra achar a rua Benediktská, onde ficava nosso albergue (Old Prague Hostel), mas conseguimos achar finalmente.

Fomos atendidos por um recepcionista carrancudo e mal-humorado. O albergue ficava no segundo andar de um prédio numa rua tranquila bem do lado da linda Staroměstské náměstí (Praça da Cidade Antiga). Era pequeno, tinha uns 5 ou 6 quartos, com capacidade para uns 30 hóspedes no total. Tinha um estilo bem diferente dos albergues de Paris e de Amsterdam, por exemplo, que eram enormes e tinham vários andares. Nesse albergue, as pessoas todas acabavam se conhecendo e se esbarrando toda hora. Achei muito legal.

Já era tipo 1 da manhã. Conhecemos duas gatas holandesas na sala do albergue, elas vieram no mesmo vôo que a gente de Amsterdam. Ficamos um tempo conversando com elas por lá. Na recepção do albergue conhecemos a Priscila, uma menina do Rio bem gente boa. Ficamos conversando com ela um tempo lá. Ela também estava mochilando pela Europa com um amigo, e contou altas histórias. Logo depois apareceu outro brasileiro, e pronto. já éramos praticamente maioria no albergue !

Depois saimos pra comer um sanduíche numa lanchonete que achamos aberta numa rua perto do albergue.

Já passava de 3 da manhã, e ficou tarde pra fazer night. Fui só tomar um banho e depois dormir.

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Dia 19 - Amsterdam

sunny 22 °C

Acordamos às 10h.

Um vídeo que o Novello fez do quarto do albergue:

Pintura na parede do albergue (que se considera "smoker friendly"):

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Demos uma volta pelas ruas próximas ao albergue.

O Novello comendo um Broodje Haring (pão com peixe haring):

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O Koninklijk Paleis (Palácio Real):

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Neumarkt (um restaurante):

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A Centraal Station:

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Por todos os lados da cidade vemos esta inusitada placa: "GEEN FIETSEN PLAATSEN", anunciando que é local de estacionamento proibido de.....bicicleta !! Quem pára nestes locais corre o risco de ter a bicicleta recolhida pela prefeitura. A quantidade de bicicletas que circulam por Amsterdam é tão grande, que é necessário ter um controle sobre os locais onde as pessoas "estacionam".

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Parei no McDonald's da Damrak e comi um McKroket !!! Sanduíche com croquete dentro !!!

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O Novello foi almoçar com um amigo holandês dele, e eu aluguei uma bicicleta pra dar uma volta pela cidade. Tinha combinado de encontrar com o Novello às 17h no albergue.

Andar de bicicleta em Amsterdam é uma experiência única. Há ciclovias em TODAS as ruas, e os ciclistas precisam respeitar as regras de trânsito. Nos sinais vermelhos, é necessário parar, como os carros. Não é como no Brasil, que os ciclistas avançam os sinais vermelhos e ficam desviando dos pedestres que atravessam. A buzina é muito usada pra alertar os pedestres. Uma coisa que me chamou a atenção é que não vi nenhum pedestre caminhando pelas ciclovias, como esses sem-noção que vemos nas ciclovias da zona sul do Rio. A quantidade de ciclistas em Amsterdam é impressionante. Na parte central de Amsterdam tem muito mais gente andando de bicicleta do que de carro ou ônibus. Vi gente de todas as idades pedalado: crianças, velhinhas, homens de paletó e gravata com a maleta presa na garupa, patricinhas adolescentes... todo mundo pedala !!

Comecei o passeio indo para a parte leste da cidade.

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Edificios residenciais com um estilo mais moderno, diferente do centro da cidade, que tem construções mais antigas:

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O Rijksmuseum, principal museu de artes da Holanda, com o letreiro na frente "I AMSTERDAM";

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De Gooyen Molen, um autêntico moinho holandês.

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Fui pedalando até Zeeburg, uma cidade vizinha. Na Holanda é perfeitamente possível ir de uma cidade a outra de bicicleta, pois as distâncias entre cidades vizinhas nunca passam de 15 ou 20 km.

Ponte que atravessei pra chegar a Zeeburg:

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Video que gravei na ponte. O incrível foi ver que no primeiro mundo também tem engarrafamento !!!

Voltei pra praça Dam, onde devolvi a bicicleta na loja. Foram no total 3h pedalando !!!

Voltei pro albergue e o Novello estava dormindo.

De noite fomos comer num restaurante mexicano. Demos uma volta pela Red Light District, onde encontramos na rua a galera de Recife que tínhamos conhecido no albergue de Paris. Um deles estava doidão porque tinha comido bolo de maconha (???). O outro estava se preparando pro "fight" com uma das meninas expostas nas vitrines.

Demos uma volta pra procurar algum lugar pra fazer uma noitada maneira. Fomos até a Rembrandtplein (Praça Rembrandt), onde fica a maior boate da cidade, a Escape, mas estava fechada. Não achamos nenhum lugar maneiro pra sair (era uma 3a feira). Só tomamos uma cerveja e fomos dormir.

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Dia 18 - Paris - Amsterdam

sunny 21 °C

Tomamos café da manhã no albergue.

Pegamos o Thalys (trem-bala) na Gare du Nord às 12:30, e 4h depois chegamos a Amsterdam.

O albergue (The Bulldog) ficava na rua Oudezijds Voorburgwal, a poucas quadras da Centraal Station.

Achei o albergue muito bom. O quarto tinha 6 beliches e banheiro dentro. Era meio caro (32 euros), mas a localização era excelente, na zona central da cidade. Tinha um coffee shop ao lado. Os coffee shops de Amsterdam são famosos pela venda de drogas leves (maconha, haxixe e chá de cogumelo).

Esta era a entrada do albergue:

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A rua do albergue, com um canal. A parte central de Amsterdam é toda cortada por canais e pontes. As construções nesta área são todas antigas, com arquitetura típica holandesa. São casas altas (no mínimo 3 andares) e estreitas.

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A praça Dam, a principal da cidade, onde fica o Koninklijk Paleis (Palácio Real):

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Cena comum em Amsterdam: bicicletas por todos os lados. A bicicleta na Holanda é considerada um meio de transporte como os outros, e os ciclistas dispõem de total infra-estrutura para poder pedalar. As cidades são todas cortadas por ciclovias, e como o país é todo plano, fica fácil pedalar. Como a Holanda é um país pequeno, as distâncias entre as cidades são pequenas, e há ciclovias ligando as cidades, como se fossem estradas.

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Fomos na Damrak, uma das principais ruas de pedestres da cidade. Entramos numa filial da Febo, que vende os famosos croquetes holandeses em máquinas. Basta inserir uma moeda e abrir a janelinha para pegar o croquete desejado. Também vende sanduíches.

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Comi um runvleeskroket (croquete de carne):

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Entramos no Museu do Sexo, também na Damrak:

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O Museu de Cera Madame Tussaud's, na praça Dam:

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Palácio Real:

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Rabobank. Imagina um banco com esse nome no Brasil !!!

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Em Amsterdam muita gente mora em barcos ancorados aos canais da região central. Há inclusive albergues que ficam em barcos !

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Rua próxima ao albergue:

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Museu de objetos de tortura medieval. É de deixar os cabelos em pé !!!

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Há muitos barcos que fazem passeios pelos canais:

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O bonde passando numa das ruas:

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A rua Rokin:

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A rua do albergue (Oudezijds Voorburgwal):

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Mictório público:

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A rua Lange Niezel, próxima ao albergue. Esta região é conhecida como "De Wallen" (ou Red Light District, em inglês). Há muitas sex shops e pequenos prostíbulos. Mulheres lindas em roupas mínimas ficam se exibindo nas portas de vidro das casas (que são como se fossem "vitrines"), tentando atrair clientes. O interessante é que a região não tem um aspecto degradado, como seria em outros lugares do mundo. É bem no centro de Amsterdam. Moradores e turistas de todas as idades caminham pelas ruas da região, que transformou-se numa atração turística. A única coisa que os turistas não podem fazer é tirar foto das prostitutas nas "vitrines".

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As sex shops de Amsterdam exibem tudo na vitrine, e as pessoas (incluindo aí mulheres de todas as idades) entram e saem das lojas sem nenhum constrangimento.

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Uma loja que vende "derivados" de maconha, como pirulitos e balas.

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Loja que vende sementes de maconha:

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Voltamos pro albergue, tomamos banho, comemos um spaghetti num restaurante ali perto, e depois fomos pra night numa boate que encontramos na rua Nieuwendijk, perto da Centraal Station. Estava meio caída, só gente esquisita, e além do mais estávamos cansados. Ficamos lá tipo uma hora, tomamos umas cervejas e voltamos pro albergue.

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Dia 26 - Amsterdam - Delft - Haia

sunny 18 °C

Meu último dia na Holanda. Eu tinha que aproveitar ao máximo !!! Madruguei às 7h e prometi pra mim mesmo que só voltaria pro albergue quando já estivesse escuro, coisa que só acontece às 23h no verão europeu.

Tomei café da manhã no albergue. Aproveitei a manhã pra rodar pelas partes de Amsterdam por onde ainda não tinha passado.

Esta é a Museumplein (Praça dos Museus), onde ficam os 3 museus mais importantes da cidade: Rijksmuseum, Van Gogh Museum e Stedelijk Museum.

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Construções com arquitetura típica holandesa:

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Bicicletas por todos os lados:

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Cartaz de uma festa anunciando o DJ Marky (BRASIL) como estrela máxima...

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Museu da Tortura, com impressionantes instrumentos de tortura utilizados na Idade Média.

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Casa de Anne Frank, uma menina judia que morou com sua família durante 2 anos escondida dos nazistas num anexo da casa durante a Segunda Guerra Mundial. Hoje a casa é um museu que conta a história da menina. A entrada do anexo era feita através de uma porta escondida atrás de um armário. É possível visitar este anexo no museu. Durante o tempo em que ficou escondida no anexo, Anne Frank escreveu um diário, que foi convertido em livro após sua morte num campo de concentração nazista em 1945.

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Peguei um trem pra conhecer a cidade de Delft, a 1h de viagem de Amsterdam.

Mega-estacionamento de bicicletas. Foto tirada da janela do trem:

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Delft é uma linda cidade de 100 mil habitantes próxima a Haia e Rotterdam. É uma espécie de "mini-Amsterdam", pois também é cortada por canais, e tem casas com arquitetura típica holandesa. Possui uma das principais universidades da Holanda, a Technische Universiteit Delft.

Moinho no meio da cidade:

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Muitos canais, como em Amsterdam:

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Você se atreve a pronunciar o nome desta rua ?

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A Nieuwe Kerk (Igreja Nova):

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A Stadhuis (Prefeitura):

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Peguei o trem pra Haia, que fica a apenas 9Km de Delft.

Haia (Den Haag, em holandês, ou The Hague, em inglês) é a terceira maior cidade da Holanda. Apesar da capital holandesa ser Amsterdam, Haia é a capital administrativa, pois lá fica a sede do governo, e a família real. Também é sede do Tribunal Internacional de Justiça.

Esta cidade era um mistério pra mim. A única coisa que sabia sobre ela antes de conhecê-la é que se trata da capital administrativa do país. Confesso que me surpreendi muito ! Haia é uma cidade linda !

Desembarquei em Haia as 19h, e tinha apenas 3h pra dar uma volta por ela antes de escurecer. A região central tem prédios altos e modernos:

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Paleis Noordeinde (Palácio Real):

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Parque Van Stol:

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Fui andando até a praia de Scheveningen (6 Km / 1h de caminhada), que é muito bonita, com um Cassino e um Pier sensacional. A beleza das construções compensa a falta de beleza natural.

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Um enorme quiosque com o nome de Copacabana:

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Holland Cassino:

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Pier:

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Já passavam de 22h e estava escurecendo. Eu ainda tinha que andar 1h de volta até a estação de trens. Até tinha uma linha de bonde que passava por lá, mas eu não tinha a menor idéia do caminho que ele fazia, e achei que a chance de me perder seria menor se eu voltasse pelo mesmo caminho a pé.

Parei num Burger King pra fazer um lanche, e tratei de me apressar, pois ainda teria um longo caminho de volta. Estava com medo de perder o último trem e ter que dormir lá em Haia.

Cheguei na estação de trens às 23:30 completamente acabado. Eu estava andando desde 7:30 da manhã. Devo ter andado uns 30 km durante todo o dia. Cheguei no albergue em Amsterdam quase 2 da manhã, e desmaiei na cama.

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Dia 25 - Venlo - Amsterdam

rain 14 °C

Acordei tarde pra caramba (meio-dia). Comi algo rápido na casa da Lilian. Me despedi dela e da família, agradecendo a eles por tudo, e voltei de trem pra Amsterdam às 15h.

Cheguei em Amsterdam às 17h e estava chovendo pra caramba. Fui pro albergue, tomei um banho e dei um tempo lá esperando a chuva diminuir.

Saí pra comer no Kebab que tinha perto do albergue. Parou de chover, mas esfriou pra caramba. Dei só uma volta pela Damrak e pela De Wallen (Red Light District), mas o frio estava desanimando. Voltei pro albergue, tomei uma cerveja no pub que tinha dentro dele, e resolvi ir dormir cedo pra aproveitar melhor o dia segiunte.

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