Um blog do Travellerspoint

Junho 2008

Dia 18 - Paris - Amsterdam

sunny 21 °C

Tomamos café da manhã no albergue.

Pegamos o Thalys (trem-bala) na Gare du Nord às 12:30, e 4h depois chegamos a Amsterdam.

O albergue (The Bulldog) ficava na rua Oudezijds Voorburgwal, a poucas quadras da Centraal Station.

Achei o albergue muito bom. O quarto tinha 6 beliches e banheiro dentro. Era meio caro (32 euros), mas a localização era excelente, na zona central da cidade. Tinha um coffee shop ao lado. Os coffee shops de Amsterdam são famosos pela venda de drogas leves (maconha, haxixe e chá de cogumelo).

Esta era a entrada do albergue:

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A rua do albergue, com um canal. A parte central de Amsterdam é toda cortada por canais e pontes. As construções nesta área são todas antigas, com arquitetura típica holandesa. São casas altas (no mínimo 3 andares) e estreitas.

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A praça Dam, a principal da cidade, onde fica o Koninklijk Paleis (Palácio Real):

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Cena comum em Amsterdam: bicicletas por todos os lados. A bicicleta na Holanda é considerada um meio de transporte como os outros, e os ciclistas dispõem de total infra-estrutura para poder pedalar. As cidades são todas cortadas por ciclovias, e como o país é todo plano, fica fácil pedalar. Como a Holanda é um país pequeno, as distâncias entre as cidades são pequenas, e há ciclovias ligando as cidades, como se fossem estradas.

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Fomos na Damrak, uma das principais ruas de pedestres da cidade. Entramos numa filial da Febo, que vende os famosos croquetes holandeses em máquinas. Basta inserir uma moeda e abrir a janelinha para pegar o croquete desejado. Também vende sanduíches.

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Comi um runvleeskroket (croquete de carne):

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Entramos no Museu do Sexo, também na Damrak:

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O Museu de Cera Madame Tussaud's, na praça Dam:

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Palácio Real:

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Rabobank. Imagina um banco com esse nome no Brasil !!!

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Em Amsterdam muita gente mora em barcos ancorados aos canais da região central. Há inclusive albergues que ficam em barcos !

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Rua próxima ao albergue:

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Museu de objetos de tortura medieval. É de deixar os cabelos em pé !!!

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Há muitos barcos que fazem passeios pelos canais:

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O bonde passando numa das ruas:

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A rua Rokin:

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A rua do albergue (Oudezijds Voorburgwal):

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Mictório público:

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A rua Lange Niezel, próxima ao albergue. Esta região é conhecida como "De Wallen" (ou Red Light District, em inglês). Há muitas sex shops e pequenos prostíbulos. Mulheres lindas em roupas mínimas ficam se exibindo nas portas de vidro das casas (que são como se fossem "vitrines"), tentando atrair clientes. O interessante é que a região não tem um aspecto degradado, como seria em outros lugares do mundo. É bem no centro de Amsterdam. Moradores e turistas de todas as idades caminham pelas ruas da região, que transformou-se numa atração turística. A única coisa que os turistas não podem fazer é tirar foto das prostitutas nas "vitrines".

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As sex shops de Amsterdam exibem tudo na vitrine, e as pessoas (incluindo aí mulheres de todas as idades) entram e saem das lojas sem nenhum constrangimento.

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Uma loja que vende "derivados" de maconha, como pirulitos e balas.

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Loja que vende sementes de maconha:

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Voltamos pro albergue, tomamos banho, comemos um spaghetti num restaurante ali perto, e depois fomos pra night numa boate que encontramos na rua Nieuwendijk, perto da Centraal Station. Estava meio caída, só gente esquisita, e além do mais estávamos cansados. Ficamos lá tipo uma hora, tomamos umas cervejas e voltamos pro albergue.

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Dia 17 - Paris - Dijon - Beaune

sunny 35 °C

Acordamos às 10h, tomamos café da manhã no albergue, e pegamos o metrô para a Gare de Lyon.

Esperando o trem na estação:

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Esse foi o TGV (trem-bala) que pegamos para Dijon:

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A viagem até Dijon, capital da região da Borgonha, durou 1:30 (o trem andava a uma média de 250 km/h).

A Borgonha é conhecida por seus vinhedos e pela mostarda. Quem nunca ouviu falar na famosa mostarda de Dijon ?

Estava um calor absurdo lá. Fazia 35 graus, mas parecia mais. Fomos na bilheteria comprar a passagem para a cidade de Beaune, a 30 minutos dali. Falei para a simpatica atendente "je voudrais aller a Biôune", e ela morreu de rir com a maneira como eu pronunciei o nome da cidade. Ela me corrigiu (pronuncia-se "Bône"), perguntou de onde éramos, e nos deu as boas-vindas a França. Senti logo de cara que os franceses do interior são bem mais simpáticos e hospitaleiros que os parisienses.

Tínhamos 40 minutos livres em Dijon. Resolvemos fazer um lanche, pois já eram 3 da tarde e a barriga estava roncando. Achamos uma pequena brasserie em frente a estação. Pedi um croque monsieur, que é uma espécie de misto-quente com queijo gratinado por cima. Come-se com garfo e faca. Muito bom !!!

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Voltamos para a estação, pegamos o trem e em meia hora chegamos a Beaune, uma pequena e linda cidade de 21 mil habitantes.

Foto em frente a estação de trens:

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Uma das ruas próximas a estação:

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Nosso objetivo era visitar o Château de Pommard, uma vinícula no vilarejo de Pommard, de apenas 550 habitantes.

Eu estava com um mapa, e Pommard parecia ser próximo ao centro de Beaune. Andamos cerca de meia hora perdidos (mais por teimosia minha em não querer pegar taxi...coisa de mochileiro !!). Depois, com a insistência do Novello em pegar um taxi, desisti de ir andando, pois a vinícula fechava às 18:30 e já eram 17h. Não vimos nenhum ponto de taxi pela cidade, e não passava nenhum pelas ruas. Achamos um hotel e perguntamos na recepção se eles podiam chamar um taxi pra gente. A resposta foi um lacônico "não". Havia um telefone público dentro do hotel, mas não conseguimos usá-lo, e nem tínhamos telefone de nenhuma empresa de taxi. Achamos o escritório de turismo da cidade, onde uma simpática atendente nos deu um mapa da cidade, e alguns telefones de empresas de taxi. Ela disse que não podia chamar nenhum taxi pra gente. Saímos de lá, demos mais uma volta e não conseguimos achar nenhum orelhão. Voltamos no escritório de turismo e imploramos pra atendente chamar um taxi pra gente. Explicamos que tínhamos viajado de Paris pra lá só pra conhecer a vinícula. Ela ficou com pena da gente e chamou o taxi, que chegou em poucos minutos. Foi a melhor coisa que a gente fez. Pommard ficava a 4 Km de distância. A gente ia gastar mais de uma hora debaixo de sol forte pra chegar lá se a gente fosse caminhando !!! A corrida de taxi saiu por 12 euros (tranquilo).

Pommard é um vilarejo bem pequeno, cercado por vinículas.

Foto dos vinhedos no caminho entre Beaune e Pommard:

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Este é o pátio interno do Château de Pommard:

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A vinícula:

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Pagamos 15 euros para uma visita guiada à vinícula, à cave e para uma sessão de degustação dos vinhos produzidos ali. Era a última visita guiada do dia, e só tinha eu e o Novello de visitantes lá.

Um pequeno museu com objetos de cozinha antigos:

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Pátio interno com os tonéis de vinho:

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A vinícula:

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Entramos na cave, que fica no subsolo do château. Cerca de 400 mil garrafas de vinho e centenas de tonéis de carvalho descançavam ali sob uma temperatura constante de 12 graus.

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As garrafas de vinho são organizadas de acordo com o ano da safra. Quanto mais antiga a sfra, menor a quantidade de garrafas, e mais caras elas são. Vimos garrafas de safras de 30 anos atrás !!!

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Degustação do vinho Château de Pommard. Degustamos o vinho das safras de 2003, 2004 e 2005, e percebemos diferenças no paladar.

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O Novello comprou 2 vinhos: um da safra de 1977 (100 euros !!! louco !!!) e outro de 2005 (50 euros).

Sentimos que o guia francês ficou surpreso quando viu que o Novello comprou 150 euros em vinhos. Acho que ele não esperava que aqueles dois sul-americanos com cara de mochileiros fossem comprar alguma coisa lá. O tratamento mudou totalmente. No início, o guia mostrava as coisas com um pouco de má vontade, mas no final ele estava todo sorridente e entusiasmado. Com certeza ele devia receber algum percentual nas vendas !!

Pegamos o taxi de volta pra estação de Beaune. Pegamos o trem pra Dijon. Chegando lá, fomos comer num restaurante. Fomos atendidos por um garçon português bem gente boa. O restaurante era um buffet com saladas, carnes e frutos do mar. Pagamos apenas 20 euros, já com a gorjeta.

Demos uma rápida volta pelo centro de Dijon. Não deu tempo de conhecer muita coisa. Mas achei a cidade muito bonita.

Uma igreja:

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Rua no centro de Dijon:

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Pegamos o trem de volta pra Paris e chegamos lá por volta das 22h.

No quarto do albergue conhecemos mais brasileiros. Fomos tomar uma cerveja no pub do hotel, e depois dormir.

Tarde da noite, algo inusitado no quarto: um australiano (vizinho de beliche) e a namorada japonesa dele estavam fazendo "nheco-nheco", com direito a efeitos sonoros e tudo !! A luz do quarto estava acesa, mas como os beliches tinham uma cortina, não dava pra ver a "saliência" dos dois.

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Dia 16 - Paris

overcast 22 °C

Acordamos bem tarde (13h), tomamos banho, e fomos comer um sanduiche.

Pegamos o metrô e fomos no Louvre, onde passamos 2h. Eu já conhecia o museu, era a 3a vez que o visitava, por isso nem tirei foto.

Na saída do museu, encontramos com o Sandro, e nos despedimos dele, pois ele estava voltando para Genebra.

Foto que tiramos com o Sandro:

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Demos uma passada na Gare de Lyon pra comprar nossa passagem de TGV (o trem-bala francês) pra Beaune. Nossa idéia era fazer no dia seguinte um bate-volta para a região da Borgonha, e visitar uma vinícula.

O Novello foi pro aeroporto ver se ele conseguia resolver o problema com a passagem dele. Combinamos de nos encontrar às 23h no L'Alliance, uma brasserie perto do albergue.

Peguei o metrô e fui pra Montmatre. Esta é a Boulevard de Clichy, lugar de "saliência", com muitas sex shops e casas de strip:

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O famoso Moulin Rouge:

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Subi a Rue Lepic e me embrenhei no coração de Montmatre. Esta era uma feira perto da estação Abbesses do metrô:

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Esquina da Rue Chappe com a Rue Tardieu. Muitos restaurantes e bistrots por estes lados.

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Um pequeno bistrot com os preços na porta. Entrada + prato ou prato + salada por 19,50 euros. Garrafa de vinho (750ml) de Bordeaux por 22 euros !!! Um preço muito honesto, considerando que é uma zona turística de PARIS.

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Subi uma escadaria e cheguei a linda basilica de Sacré Coeur, que tem uma vista maneira para a cidade:

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Voltei pro albergue, tomei um banho, e fui pra brasserie L'Alliance. Deu 23h e nada do Novello chegar. Fiz o meu pedido pro garçon. Passou quase uma hora, já estava terminando de comer, e comecei a ficar preocupado. Já estava pensando no que deveria fazer, se era melhor avisar o desaparecimento do Novello primeiro para a polícia ou pro consulado brasileiro !!! Eis que surge milagrosamente o Novello das cinzas, e entra no restaurante !!! A história dele foi mirabolante. Ele estava meio bolado de ir sozinho pro aeroporto, mas foi mesmo assim. Foi necessário fazer uma baldeação pra pegar o RER (trem urbano). Na estação em que ele esperava o RER pro aeroporto, ele percebeu que algo estava errado, pois não passava nenhum trem. De repente, algo foi anunciado nos auto-falantes da estação em francês, e ele não entendeu. As pessoas saíram da estação reclamando, e ele não estava entendendo o que estava acontecendo. Ele viu mais duas meninas de mala que estavam mais perdidas ainda. Ele resolvei perguntar então para uma francesa, que não falava inglês. Ela tentou explicar em francês, e de alguma maneira milagrosa, consegui entender que a empresa de trens havia entrado em greve !!! Ele foi seguindo algumas pessoas, pegou outro trem em outra estação, em conseguiu chegar ao aeroporto. A maior surpresa foi que a atendente da TAM conseguiu emitir novamente a passagem de volta dele em questão de segundos. Pelo menos alguma coisa tinha que ter dado certo aquele dia !! Ele voltou então e foi encontrar comigo no restaurante. Este foi o final feliz da epopéia da passagem da TAM perdida num trem de Oslo !!!

Depois de terminar de jantar, o Novello ainda voltou pro albergue pra tomar um banho e se arrumar. Quando saimos de lá, já era quase 1 da manhã. Não tinha mais metrô. Nosso plano era ir fazer alguma night. Tínhamos alguns endereços de boates na região central da cidade, próxima ao Louvre, mas como chegar até lá sem metrô ? Não tínhamos bilhete de ônibus (tem que comprar antes de embarcar), e não sabíamos que linha pegar. Taxi seria uma fortuna. Resolvemos só tomar uma cerveja num bar perto do albergue, que tinha uma galerinha bem esquisita. Ficamos lá menos de meia hora e fomos dormir.

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Dia 15 - Paris

overcast 22 °C

Tomamos café da manhã no albergue.

Achei esse albergue muito bom. Os banheiros (coletivos) eram grandes e limpíssimos. Nosso quarto tinha 6 beliches. O que achei muito legal é que cada cama tinha uma cortina, quando alguém entrava no quarto à noite e acendia a luz, não incomodava quem estava dormindo. E cada cama tinha sua própria tomada, algo importante para recarregar a bateria da câmera.

O albergue tinha várias gatas americanas e australianas. O elevador e os corredores bombavam, hehehe.

Demos uma olhada nos emails no cybercafé que havia dentro do albergue. Conhecemos lá um grupo de brasileiros (de Recife) que estavam indo pra Amsterdam (como a gente), e também uma mulher de Fortaleza.

Este é o albergue visto por fora. Fica ao lado de um dos afluentes do Rio Sena.

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Rue de Crimée, perto do albergue. Esta região não é bem cuidada como a parte central de Paris, mais turística. Vimos muito lixo nas ruas, orelhões depredados, mendigos e gente esquisita nas esquinas.

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Av Jean Jaurès, também cheia de lixo:

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A primeira coisa que fizemos, antes mesmo de visitar qualquer atração turística, foi procurar a loja da TAM para que o Novello pudesse emitir uma nova passagem de volta pro Brasil, já que ele havia pedido a pasta dele com todas as passagens no trem em Oslo. Paris era a última cidade onde ele poderia emitir a passagem, pois em Amsterdam e Praga não tinha loja da TAM. Tínhamos o endereço da loja (50 ter, Rue de Malte). Ficava próxima a Place de la Republique. Pegamos o metrô e descemos bem nessa praça. Encontramos a rua, mas no número 50 havia somente um edifício residencial. Não tinha porteiro. Resolvemos ligar pra loja, mas não conseguimos usar o orelhão. O jeito era comprar um chip GSM. O chip que havíamos comprado em Frankfurt já não tinha mais créditos. Conseguimos achar uma loja de eletrônicos que vendia chip. Compramos o chip, ligamos pra loja, e a atendente disse, num português com forte sotaque, que a loja ficava sim no número 50, nos fundos. Voltamos lá, e o prédio não parecia ter fundos. Estava saindo um morador na portaria, que percebeu nossa cara de perdidos, e disse: "TAM ? A cotê ! A cotê !". Era no prédio ao lado. Parecia até pegadinha. Entramos na loja. As atendentes francesas ficaram uns 40 minutos tentando encontrar a reserva do Novello no sistema, mas não conseguiram. Disseram que iriam entrar em contato com a central de reservas no Brasil e que entrariam em contato com o Novello quando tivessem alguma novidade. Parecia desculpa esfarrapada. Já haviamos perdido quase duas horas. Tanto eu, quanto ele, já estávamos de saco cheio com essa história de passagem. O Novello resolveu que iria sozinho no dia seguinte na loja da TAM do aeroporto tentar resolver o problema.

Fomos caminhando pela Boulevard Beaumarchais (no Marais), da loja da TAM até a Place des Vosges, a mais bonita das praças de Paris:

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Um típico café parisiense, com mesas na calçada:

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O Vélib, sistema de aluguel de bicicleta da cidade:

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Passamos pela Place da la Bastille, e chegamos no Rio Sena:

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Île Saint-Louis:

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A Catedral de Nôtre-Dame, na Île de la Cité:

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Em frente a Catedral, no subsolo, as ruinas de Lutécia, vila fundada naquele local pelos romanos em 55 A.C.

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Île de la Cité:

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Comendo crepe. O do Chez Michou é melhor !!!

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Na Pont Neuf, a ponte mais antiga de Paris (de 1607), com a La Samaritaine (Loja de departamentos tradicional) ao fundo:

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A Pont des Arts vista da Pont Neuf:

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Pont des Arts, uma ponte só de pedestres, onde muitos pintores mostram suas obras. Ao fundo, o Institut de France.

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O incrível Museu do Louvre:

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O Arc de Triomphe du Carrousel, a versão menor do Arco do Triunfo. Repare ao fundo, no meio do arco, o alinhamento perfeito dele com o Obelisco de Luxor e com o Arco do Triunfo. O alinhamento continua até o Arco de La Défense.

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Jardin de Tuileries:

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O famoso lago do Jardin de Tuileries. Turistas e parisienses ficam sentados ao redor dele, em cadeiras de ferro. Cena mais parisiense, só mesmo alguém carregando uma baguette debaixo do braço.

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Av des Champs-Elyssés:

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Arco do Triunfo:

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Vista em cima do Arco do Triunfo:

Av de la Grand Armée, e o bairro de La Défense ao fundo (repare no Arco de La Defense, ao centro):

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Av Foch, e o Bois (bosque) de Bologne ao fundo:

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O bairro de Montmatre, e a basílica de Sacré Coeur:

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Torre Eiffel:

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O mirante em cima do Arco do Triunfo:

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Fomos descendo a Av. Kléber até o Trócadero, onde a vista para a Torre Eiffel é espetacular:

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A Torre Eiffel vista de perto:

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Pegamos uma fila enorme pra subir na torre. Demoramos 1h pra conseguir chegar ao primeiro andar, e mais meia hora pra subir até o topo.

Vista do topo da torre:

Bairro de Montparnasse. École Militaire e a horrorosa Tour Montparnasse, o patinho feio de Paris:

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Montparnasse:

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Alée des Cygnes, uma pequena ilha no Rio Sena:

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Trocadéro:

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Champs-Elysses, com o Arco do Triunfo no centro da foto:

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Esplanade des Invalides, Petit Palais, Grand Palais, Place de la Concorde:

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Na parte superior do mirante, a distância para várias cidades do mundo, incluindo o Rio:

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Voltamos pro albergue, tomamos um banho, e fomos comer no L'Alliance, uma simpática brasserie que encontramos na esquina da Rue de Crimée com a Av Jean Jaurès, bem perto do albergue. Pedi um menu que incluia entrada (torradas com queijo chèvre), prato principal (peixe) e sobremesa, e paguei apenas 12 euros, uma pechincha !!! Se fosse na zona turística, custaria pelo menos o dobro.

Fomos encontrar com o Sandro, um amigo do Novello que estava morando em Genebra e tinha ido passar o final de semana em Paris. Pegamos o metrô para o Quartier Latin, e encontramos com o Sandro em frente ao hotel dele. Sentamos num bar ali perto, tomamos umas cervejas, e pouco depois tivemos que sair porque eles avisaram que estavam fechando (era 1h da manhã). Fomos caminhando pelas ruas, procurando outro bar mais interessante. As ruas estavam vazias. Passamos em frente ao Pantheon, onde tinha uma galera fazendo batucada e bebendo. Encontramos outro bar aberto ali por perto. Ficamos menos de meia hora, e não deu outra, foi todo mundo convidado a se retirar, pois eles estavam fechando. Nos despedimos do Sandro, e combinamos de encontrar com ele no dia seguinte. Ao voltar pra estação de metrô, a surpresa: já havia fechado !!! Tivemos que esperar até 5:30 da manhã, quando a estação abriu. Era isso, ou gastar uma fortuna com taxi. Conhecemos mais um grupo de brasileiros no metrô, que moravam lá em Paris. Quando chegamos no albergue, já estava amanhecendo.

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Dia 14 - Tromsø - Paris

overcast 11 °C

Acordamos cedo (9h), pedimos um taxi e fomos pro aeroporto.

Nos despedimos de Tromsø às 11:30, quando decolou nosso vôo de volta para Oslo.

Tromsø se revelou a grande furada da viagem. Passamos 3 noites lá, não vimos quase nada de interessante, choveu quase que o tempo todo, e não conseguimos o nosso objetivo maior, que era ver o sol da meia-noite. Pelo menos valeu pela sensação de ver a claridade 24h por dia. Mas se pudesse voltar no tempo, deixaria mais um dia para Bergen (pois não tivemos tempo pra fazer o passeio pelos fjords) e o resto passava na Suécia (terra das deusas) ou conheceria a Dinamarca, que é ali do lado.

2h de vôo, e mais 5h de espera no aeroporto de Oslo. Embarcamos para Paris, onde chegamos às 21h. Gastamos um dia inteiro viajando. Desembarcamos no aeroporto de Orly, e pegamos o metrô. Dentro do vagão, um grupo de brasileiros (mineiros) puxou papo com a gente quando eles viram a gente falando português. Saltamos na estação Laumière, nas proximidades do nosso albergue (St Christopher's Inn). Era perto da Gare du Nord e do Parc de la Villette.

Ao sair da estação de metrô, ficamos muito bolados, porque só tinha figura estranha na rua. Uma galerinha com cara de bandido, que ficava parada nas esquinas. Pra piorar, já estava escuro e não conseguíamos encontrar a rua (Quai de la Seine). O lugar era meio esquisito. Lixo nas ruas, orelhões quebrados, mendigos. Perguntei pra um cara onde era a Quai de la Seine, e ele disse que estava perto, faltando apenas 2 quarteirões. Mas no caminho, vimos um grupo de elementos altamente suspeitos numa esquina, e resolvemos dar meia-volta. Nosso instinto de sobrevivência brasileiro falou mais alto. Demos uma volta maior, mas conseguimos finalmente achar o albergue, que por sinal era muito bom !! Era bem novo, grande, limpo, organizado e animado. Ocupava um prédio de 6 andares.

Fomos tomar banho, e saímos pra comer algo. Muitos restaurantes já haviam fechado. Encontramos um kebab aberto (sempre eles, os kebabs, salvando a nossa pele !!).

Voltamos pro albergue e ficamos um tempo no bar, que ficava no térreo. Tomamos umas cervejas e fomos dormir, pra acordar cedo no dia seguinte.

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