Um blog do Travellerspoint

Dia 23 - Barcelona

sunny 25 °C

Fotos do apto que alugamos. As janelas davam para a rua (térreo), mas tinha grade.

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Calçada em frente ao prédio. Nessa região moram muitos imigrantes. Uma galera bem esquisita, mas não tem perigo.

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No final da rua, uma escada subindo até a entrada do parque de Montjuic, que abriga as principais instalações das Olimpíadas de 1992. Barcelona viveu uma grande transformação na época. Era antes uma cidade feia, degradada e sem graça, que vivia de costas para o mar, mas transformou-se depois de 1992 num dos destinos turísticos mais desejados da Europa. A cidade está servindo de inspiração para o Rio, preparando-se para as Olimpíadas de 2016. Tomara que o final também seja feliz para o Rio.

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Vista da cidade no parque de Montjuic:

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Bondinho que liga a praia de Barceloneta até o Forte de Montjuic:

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O catalão é uma mistura louca de espanhol, francês e português. É o idioma oficial da região da Catalunha, mas todos falam espanhol (castelhano) também.

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Estádio Olímpico e a pira:

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Ginásio Olímpico:

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Vista para a Font Magica de Montjuic, e a Plaça d'Espanya ao fundo:

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Museu de Arte da Catalunha:

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Ônibus circular turístico. Passa toda hora um monte deles pelas ruas da cidade.

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Antiga arena de tourada transformada em shopping. As touradas foram abolidas da Catalunha há pouco menos de 1 ano.

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No terraço do shopping, um mirante e restaurantes.

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Entramos num dos restaurantes para almoçar. Preço muito bom: 14,50 euros (entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho).

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Fomos depois no Camp Nou, o famoso estádio do Barcelona. Era bem caro para entrar (22 euros).

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Sala dos troféus:

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Troféu de campeão do mundial interclubes da Fifa 2011:

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Na arquibancada:

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Ídolos eternos:

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Mais que um clube. Uma das marcas mais valiosas do mundo.

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Sala de entrevistas coletivas:

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Hidromassagem no vestiário:

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Trono das estrelas:

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Vista do gramado:

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Camarotes:

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O time comemorando o mundial interclubes do ano passado:

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Saimos de lá e fomos para a praia de Barceloneta. Antes, passamos no supermercado pra comprar umas latinhas de Estrella Damm. Ninguém é de ferro :)

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No trecho da praia onde estávamos, estava rolando música eletrônica. Mulherada de topless aos montes. Um espetáculo !!! :)

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Vídeo que gravei da galera na praia:

Passavam muitos ambulantes (todos eram imigrantes asiáticos, indianos ou pasquistaneses) vendendo tatuagens de rena, bugingangas em geral e cervejas. O detalhe é que eles vendiam cerveja em lata, mas carregando em sacolas plásticas sem gelo. Não é como no Brasil, onde os vendedores carregam isopores com gelo. Ou seja, era cerveja QUENTE ! Não tem a menor condição de beber aquilo.

A praia tem uns quiosques que vendem cerveja cara (3 euros). A gente comprava num supermercado em frete a praia por apenas 0,75 euros cada lata.

Ficamos na praia até o pôr-do-sol. Comemos um kebab perto de lá, e voltamos pra casa.

A noite começou na Razzmatazz, no bairro de Poblenou, mas pelo que vimos na porta, era um lugar onde dava uma galera mais alternativa. Vimos que ia ser furada. Pegamos um taxi (que é barato em Barcelona) para a Shoko, no Porto Olímpico. 10 euros a entrada, e cada drink custava 10 euros (!!!). A noite na Europa segue mais ou menos esse padrão: entrada barata, mas bebida absurdamente cara. No final das contas, acabei gastando mais ou menos o que gasto no Rio.

Entrada da Shoko:

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Esta boate fica de frente pro mar (literalmente), com uma saída direto para a areia. Quem está dentro e quiser sair, tem a mão carimbada pelo segurança da porta, e pode voltar quando quiser. Muito maneiro !

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O local estava bombando, mas para nossa surpresa, às 3h acenderam as luzes, cortaram o som, e mandaram todo mundo embora. E a casa estava cheia ! Por ser uma 5a feira, devia ser alguma lei local que determinava o término neste horário. Provavelmente as 6as e sábados deve fechar mais tarde. Aproveitamos pouco a noite, pois entramos lá pouco antes das 2 da manhã.

A galera toda sendo expulsa da boate:

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Opium, uma das boates ao lado da Shoko.

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Fazer o que !? Voltamos pra casa ! Pegamos um taxi pra Las Ramblas, pra ver se a gente conseguia achar algum lugar aberto pra comer alguma coisa, pois bateu uma fome sinistra. Andamos MUITO, mas não encontramos absolutamente nada aberto ! Parecia uma cidade fantasma. Já estávamos voltando pra casa conformados em dormir com fome, quando apareceu do nada um paquistanês ambulante vendendo kebab na rua. Foi a nossa salvação !

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Dia 22 - Veneza-Barcelona

overcast 24 °C

Acordei meio tarde (10h). Belo dia de sol e calor em Veneza.

Vista da janela:

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Fiz o checkout no hotel e fui caminhando (2 Km) com o mochilão até a estação de trem de Mestre.

Caminho até a estação:

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Um bonde:

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Região residencial:

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Estação ferroviária de Mestre:

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Antes de pegar o trem, passei numa lanchonete pra comer alguma coisa.

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Suco de mirtilo:

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Sanduíche de "prosciutto e formaggio" (3,20 euros):

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A estação ferroviária tinha umas máquinas automáticas pra venda de passagens. Tentei comprar uma passagem pra Veneza, mas não consegui. Só dava uma mensagem falando que não havia passagens disponíveis. Tive que pegar fila e comprar na bilheteria mesmo. Custou 1,20 euro.

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Plataforma de embarque:

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Validando a passagem:

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O trem:

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De Mestre a Veneza são apenas 10 minutos.

Na estação de Veneza, deixei minhas duas mochilas num guarda-volumes (5 euros cada uma).

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Onze e meia da manhã. Tinha pouco tempo pra explorar a cidade, pois teria que estar às 15h no aeroporto. Por sorte, já conhecia Veneza. Estive na cidade em 2005.

A primeira visão do Gran Canale ao sair da estação ferroviária é espetacular ! Acho essa cidade incrível. É um lugar único no mundo. Incomparável ! É como voltar no tempo. Veneza, de fato, mudou muito pouco desde a Idade Média.

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Rua ao lado da estação:

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A quantidade de turistas em Veneza é absurdamente grande. Um formigueiro que chega a incomodar. Escutei muito português em Veneza. Os turistas brasileiros estão invadindo a Europa, principalmente os destinos mais tradicionais.

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Ponte Degli Scalzi:

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Vista do Gran Canale em cima da ponte:

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Um vaporetto (o "ônibus" de Veneza):

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Em cima da ponte tinha um monte de camelôs africanos e paquistaneses vendendo bolsas de mulher:

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Resolvi repetir o caminho que havia feito em 2005. Fui caminhando da estação ferroviária até a Piazza San Marco, principal atração da cidade. Dá pra fazer esse trajeto até mesmo sem mapa, seguindo apenas as placas nas paredes das vielas.

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A verdadeira Veneza não está no movimentado Gran Canale, e sim nas pequenas e calmas praças, pontes e canais escondidos em meio a um labirinto de vielas, por onde só passam pedestres.

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Restaurantes com mesas na calçada:

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Preços baixos. Culpa da crise ?

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Uma padaria:

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Mercado de peixes:

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Feira:

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Gôndula no Gran Canale:

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Restaurantes na beira do canal;

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Ponte Rialto, a mais famosa de Veneza:

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Vista de cima da ponte:

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Um vídeo que gravei em cima da ponte mostrando a vista espetacular:

Lotaaaaado de turistas !!

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Sanduíches italianos. Um melhor que o outro !!

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Piazza San Marco, ícone máximo de Veneza, com a Basílica de San Marco e a Campanile (torre):

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A fila monstruosa pra entrar na basílica. Impossível !!! Sem chance !

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Gondoleiros:

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Palazzo Ducale:

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Gôndolas:

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Ponte della Paglia:

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Formigueiro:

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Máscaras de carnaval:

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Já passava das 13h. Hora de voltar pra estação ferroviária e partir pro aeroporto. Peguei um vaporetto de volta para lá. Passagem cara (7 euros).

As estações do vaporetto. São 30 min da Piazza San Marco até a estação ferroviária.

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O Palazzo Ducale visto do vaporetto:

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No vaporetto:

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Igreja de Santa Maria della Salute:

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Museu Guggenheim:

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Edificio com pinturas na fachada:

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Chegando na Ponte Rialto:

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Um vídeo que gravei no vaporetto:

Um protesto:

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Gôndola:

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A crise européia também chegou à Veneza. Acampamento na praça bem em frente à estação ferroviária:

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Busquei minha bagagem no guarda-volumes e fui até a Piazzale Roma, único lugar de Veneza por onde circulam carros e ônibus.

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Peguei o ônibus pro aeroporto (20 minutos de viagem - 7 euros):

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Enfim, cheguei ao aeroporto faltando 2:30h pro vôo. Em apenas 2h perambulando por Veneza, tirei 77 fotos ! Isso dá aproximadamente 1 foto tirada a cada um minuto e meio ! Praticamente um japonês ! :)

Comi uma pizza e fiz o checkin. A atendente era muito mal educada. Nunca vi nada igual em todos os aeroportos por onde passei, e olha que foram MUITOS ! Depois de despachar minha bagagem, ela simplesmente jogou no balcão o meu passaporte com o cartão de embarque e não falou nada. É praxe em qualquer lugar do mundo que se explique ao passageiro pelo menos qual o número do portão de embarque e o horário limite para embarcar. Falei "grazie" mesmo assim, e ela me olhou como quem queria dizer "cai fora e não me enche o saco". Sinistro !!

O vôo da Vueling Airlines até Barcelona durou 1:40 min. Vista de Veneza, que é uma ilha ligada ao continente por uma ponte:

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Pegando o trem no aeroporto de Barcelona (3,60 euros)

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Desci na estação Sants e lá peguei o metrô até a estação Parallel.

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Carrer de Salvà, a rua onde ficava o apto que aluguei com meus amigos:

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Chegando no prédio, comecei a escutar umas vozes bem familiares em português saindo de uma janela de um apto no térreo. Eram meus amigos Humberto, Sascha, Fabinho e Ricardinho, galera do Rio que também estava mochilando pela Europa. Fizeram a maior festa quando cheguei !!

O apto que alugamos era show de bola. Um ótimo 3 quartos bem localizado (perto de Montjuic e da estação Parallel do metrô). Dava para ir andando para Las Ramblas. Foi um ótimo negócio, pois pagamos apenas 30 euros (R$75) cada um, o preço que pagaríamos pra ficar num albergue qualquer dividindo o quarto com um monte de gente.

Foto da galera no apto antes de sair à noite:

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Passamos num bar perto do apto onde comemos umas tapas e tomamos umas cervejas San Miguel (apenas 1 euro cada long neck !!)

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As mesas ficavam do lado de fora, na calçada. Praticamente todo mundo nas mesas vizinhas fumava, e MUITO. E como diz a Lei de Murphy, a fumaça SEMPRE vai para o seu lado, nunca para o lado do fumante !

Depois ainda demos uma passada num kebab pra forrar melhor o estômago. Os atendentes eram paquistaneses. Kebab muito bom, por sinal. O Ricardinho caiu num velho golpe. Deu uma nota de 50 euros pro caixa, que devolveu somente alguma moedas de troco. Quando o Ricardinho foi reclamar que estava faltando troco, ele disse que tinha recebido uma nota de 5 e não de 50. O tempo fechou e rolou um stress forte... a turma do "deixa disso" teve que intervir e resgatar o Ricardinho, que ficou furioso. Não adiantou reclamar. Estávamos num país que não era nosso, as regras eram outras. Eram as palavras de turistas brasileiros contra a de imigrantes paquistaneses. Se chamássemos a polícia, a chance de não dar em nada seria altíssima, e ainda perderíamos a noite numa delegacia qualquer. Tentamos fazer o Ricardinho esquecer esse infeliz episódio e salvar a noite dele, mas foi em vão. Ele preferiu voltar pro apto. Fabinho resolveu acompanhá-lo, por via das dúvidas. Sascha tinha passado mal do estômago e também preferiu não sair.

Sobrou eu e Humberto para representar a galera na noite de Barcelona. Fomos até a Las Ramblas, badalada rua de pedestres com um monte de bares e boates. Na Plaça Reial demos uma passada em frente a boate Karma, que estava às moscas. Fomos abordados por monte de "tuts" (promoters de rua) dando flyers com desconto para boates.

Passamos num bar pra comprar umas latas de cerveja. O balconista logo reconheceu que a gente era brasileiro, e ficou falando num portunhol cômico com a gente. A pergunta clássica: "Que saaao voces ? Paulistas ou cariocas ?"

Saindo de lá, ficamos desenrolando com uma tut brasileira (baiana) na rua, que deu pra gente um desconto pra boate Boulevard.

Entramos. 15 euros de entrada, com direito a 2 drinks. Cada drink custava 9 euros (um roubo !!). A boate era um verdadeiro zoológico. Tinha todas as espécies possíveis e imagináveis de turistas e imigrantes. Uma galerinha estranha de bermuda, corrente de prata e boné, umas gringas gordas, algumas poucas gatas. Muito mais homem que mulher. Não parecia ter ninguém de Barcelona, ou mesmo da Espanha. Achei bem ruim o lugar, ainda mais tento estado poucos dias antes no paraíso das gatas (Ucrânia). Mesmo assim a noite foi divertida. Ficamos por lá até umas 5 da manhã.

Publicado por alexpt 14:08 Arquivado em Espanha Comentários (2)

Dia 21 - Lviv-Veneza

overcast 17 °C

Estava meio frio quando acordei. Fiquei enrolando debaixo do cobertor até 10h antes de levantar.

Falei “Dobry vetcher” para as recepcionistas ucranianas sem saber que estava dando boa noite, em vez de dar bom dia ! hehehe. Elas me corrigiram prontamente: “dobry ultra”.

Último dia na Ucrânia. Dei mais uma volta pela cidade. Lviv me faz lembrar Bratislava, a capital da Eslováquia. É a típica cidade do leste europeu ainda não invadida pelo turismo de massa, com preços baixos, boa comida e mulheres bonitas aos montes nas ruas. Vale ressaltar que Lviv não tem tantas atrações turísticas como Praga ou Budapeste por exemplo. Dá pra ver tudo num dia só. Mesmo assim, gostei bastante de ter conhecido esta cidade.

Torre de pólvora:

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Restaurante com mesas na calçada:

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Um mercado popular onde vendia-se de tudo:

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Percebi uma coisa curiosa: um monte de vans e micro-ônibus desfilavam pelas ruas com uns galhos pendurados. Será que é alguma supertição, ou talvez algo com motivo religioso ??

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Almoço no tradicional Puzata Hata, e não podia faltar um chope Lvivske pra acompanhar ! A maneira como as pessoas enchem a caneca na chopeira é engraçada: deixam metade chope, metade espuma, e depois ficam tirando a espuma com uma colher. Completam com mais chope e mais espuma, e tiram a espuma com a colher, repetindo o processo umas 5 vezes até a caneca encher sem espuma nenhuma.

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Bem-vindo ao “SARDIM” DA CERVEJA...ehehhe. De olho na Eurocopa, colocaram o cartaz também em português, porque Portugal joga contra a Alemanha e Dinamarca aqui.

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Hora de dar adeus para a Ucrânia e partir pro aeroporto rumo a Veneza. Busquei minha bagagem no albergue e peguei um taxi na rua. Era um Lada muito velho cheirando a gasolina. O motorista não falava inglês, mas pelo menos entendia o suficiente para negociar a corrida, que saiu por 60 hryvnias (R$15).

O terminal internacional do aeroporto de Lviv, recém-inaugurado para a Eurocopa:

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Só tinha uma lanchonete nesse terminal, e não tinha nada de interessante pra comer. O terminal era pequeno, mas estava fortemente policiado. Toda hora passavam guardas com cara de poucos amigos olhando pra todo mundo.

Fui vender numa casa de câmbio as 280 hryvnias (R$70) que tinham sobrado na minha carteira. A atendente não falava inglês, e estava me pedindo alguma coisa que eu não estava endendendo. Dei meu passaporte, mas não era isso que ela queria. Ela me mostrou um recibo de caixa eletrônico, e ficou arranhando um inglês incompreensível, mas o suficiente para entender que eu tinha que apresentar o recibo do caixa onde eu fiz o saque das hryvnias. Caramba...que pegadinha ! Quem guarda esses recibos ? Ninguém, né ? Eu pelo menos jogo sempre fora. Não havia possibilidade de trocar o dinheiro por euros ou outra moeda qualquer sem esse recibo. A esperança é que alguma casa de câmbio em Veneza ou na Espanha aceite hryvnias, o que eu acho difícil... o pior é que não tinha em que gastar esse dinheiro no aeroporto. Nenhuma loja de souvenir, free shop...nada, apenas uma lanchonete bem chinfrim.

A fila do checkin era uma bagunça. Na verdade, as pessoas não formaram fila. Iam simplesmente passando na frente das outras, e ninguém ligava. Uma beleza. Cartão de embarque escrito a mão. Na hora de embarcar, a mesma zona. E pra piorar, o vôo não tinha assento marcado, então as pessoas estavam desesperadas pra entrar logo e pegar os “melhores” lugares.

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O vôo da Wizzair (empresa low-fare ucraniana) até Veneza durou 1:30h. O avião estava lotado de ucranianos, e alguns poucos italianos. Na decolagem e na aterrisagem, todo mundo batendo palma...

Como a Ucrânia não faz parte do Tratado Schengen (livre circulação de pessoas em certos países da Europa), passei novamente pela imigração, mas não precisei responder nenhuma pergunta.

Foi uma sensação boa voltar a entender tudo depois de 20 dias de analfabetismo total :)

Passei apenas uma noite em Veneza. Coloquei esta cidade no roteiro por motivos logísticos. Foi a opção mais viável para ir de Lviv para Barcelona, pois não há vôos diretos entre estas cidades.

Já estive em Veneza em 2005, mas não pernoitei na cidade. Passei apenas algumas horas, o suficiente para conhecer o principal. Desta vez tinha chegado de noite e precisava dormir por lá.

O aeroporto onde cheguei não ficava exatamente em Veneza, mas em Treviso, a 1h de ônibus de distância. O ônibus custou 7 euros.

Depois de tantos albergue, preferi pegar um hotel bom. Mereço, né ? Para uma noite só, não faria tanta diferença gastar 30 euros num albergue ou 50 euros num hotel. O problema é que os hotéis em Veneza são caríssimos. Por isso mesmo, fiquei num hotel em Mestre, cidade vizinha com preços muito mais em conta. Fiquei num hotel chamado Alveri, novinho em folha, por apenas 52 euros. Muito bom. O problema é que ficava a quase 2 km de distância da estação de trem, onde desci do ônibus do aeroporto. O hotel ficava no meio do nada, literalmente. Não tinha ninguém na rua. O caminho era bem estranho, passando por baixo de um viaduto e por terrenos baldios. Se fosse no Brasil, acho que teria um pouco de medo de andar sozinho por ali, mas aqui quanto a isso é bem tranquilo.

O caminho deserto até achar o hotel:

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Finalmente encontrei !!

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O quarto:

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A temperatura estava bem mais alta que na Ucrânia. Deu pra ficar sem casaco na rua, e até liguei o ar condicionado no quarto.

Tomei um banho e saí pra comer alguma coisa. Estava morrendo de fome e já eram quase 11 da noite.

Nas proximidades do hotel não tinha nada. Nenhum restaurante ou lanchonete. Tive que voltar até a estação de trem. 20 minutos de caminhada (andando rápido).

Consegui achar um restaurante perto da estação. Estava olhando o cardápio da porta, quando saiu a garçonete (linda) pra me falar algo. Já até imaginava... Era bom demais pra ser verdade um restaurante aberto aquela hora. Eles já deviam estar fechando, pensei. “È chiuso ?” (está fechado ?), perguntei. Ela respondeu que já estavam fechando, mas que eu poderia “mangiare qualcosa di veloce”. Então tá, uma pizza bem italiana...nada mal, heim !

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Custou apenas 7 Euros a pizza que escolhi, de prosciutto com funghi.

Consegui me comunicar 100% do tempo em italiano aqui. E entendi TUDO ! Fiquei orgulhoso de mim mesmo, pois não praticava nada desde os tempos que estudava esse idioma em 2008.

Mais 2 km de caminhada (já me arrastando pelas calçadas) até o hotel, e dormi muitooooo.

Publicado por alexpt 5:00 Arquivado em Ucrânia Comentários (1)

Dia 20 - Lviv

overcast 18 °C

Lviv é um dos tesouros escondidos do Leste Europeu. Ainda não foi descoberta pelo turismo de massa. Fica a apenas 70 km da fronteira com a Polônia. Esta região da Ucrânia fica bem distante da fronteira com a Rússia, e justamente por isso, é onde a “Ucrânia é mais Ucrânia”, longe da forte influência russa que outras partes do país tem. Aqui só se fala ucraniano, ao contrário de Kiev, onde a língua convive com o russo.

Foto do quarto. Só achei ruim que ele não tinha armário. Tive que deixar minhas coisas largadas. E para piorar, a porta do quarto (que dava para a recepção) não tinha chave, ficava aberta mesmo. Mas como o albergue estava vazio, acho que não teria perigo. De qualquer maneira, preferi sair com todo o meu dinheiro na carteira. De valor, só ficou no quarto o notebook, escondido no meio das roupas.

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Vista da varanda:

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A recepção, que estava vazia. Não tinha ninguém no albergue na hora que acordei.

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O prédio, bem sinistro por fora.

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Um bonde:

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Uma avenida perto do albergue:

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Placas com indicações em ucraniano e inglês.

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Uma matroshka (micro-ônibus) velha:

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Um monte de bares vendendo chope nas praças da cidade, como tinha também em Kiev:

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Quiosques na rua vendendo cerveja de 500 ml por apenas 5 hryvnias (R$1,25) !

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Um quiosque-padaria:

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Uma praça na cidade antiga, região muito bonita, com arquitetura típica:

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Um bonde-bar:

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Carrinho da época do comunismo:

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Restaurantes com mesas na calçada:

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Rynok Ploshcha, a praça central da cidade antiga:

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Estátua com camisa da seleção ucraniana:

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Sanfoneiros de rua:

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Propaganda da Eurocopa:

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Encontrei uma filial do Puzata Hata, meu velho conhecido de Kiev. Era tudo que eu precisava !

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Um parque:

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Pinheiros que mais parecem árvores de Natal:

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Quiosque vendendo chope no parque:

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Ônibus elétrico muito velho:

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Algo em ucraniano/russo dá pra entender conhecendo-se o alfabeto cirílico. Exemplos:

Kompiuteri kompleks:

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Produkti:

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Catedral:

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Uma velhinha pedindo esmola na entrada da catedral:

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Uma avenida;

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Propaganda política:

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Circo:

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Fábrica da Lvivske, a principal cerveja da cidade:

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O processo de fabricação da cerveja:

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Monges que fundaram a cervejaria:

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Pintura da época dos faraós mostrando a fabricação da cerveja no antigo Egito:

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A cerveja não foi inventada por alemães, tchecos, nem egípcios, como muitos poderiam pensar. Foi criada pelos sumérios há cerca de 4.500 anos na região onde hoje é o Iraque, e o invento espalhou-se posteriormente para outros países.

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Barris de chope e engradados:

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Telão do Fifa Fan Zone sendo montado na cidade antiga:

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Chopeiras sendo montadas:

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Fifa Fan Zone:

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Velhinhos:

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Vendedoras de pirulitos:

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Prefeitura:

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Menina tocando violino na rua pra conseguir um trocado:

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Carruagem na Rynok Ploshcha:

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Outra igreja. Lviv tem tantas igrejas que nesse aspecto lembra Salvador ou Ouro Preto.

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Feira de livros na rua:

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Pobreza discreta, mas presente nas ruas:

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Museu com armaduras e lanças medievais:

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Uma rua tranquila perto do museu:

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Sanfoneiros:

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Muralha medieval que cercava a cidade:

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Bicicleta-bar:

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Um vídeo que gravei da bicicleta-bar:

Rynok Ploshcha (praça):

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Já vi esse personagem em algum filme...:)

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Discurso de um candidato:

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Multidão assistindo ao discurso:

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Tomando uma Lvivske gelada (15 hrvynias = R$3,75). O estranho é que eu sentei, pedi o chope, e quando eu ainda estava na metade da caneca, o garçom trouxe a conta sem que eu tivesse pedido !! E o lugar não estava fechando. Tipo da coisa que jamais aconteceria no Brasil...

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Logo da Eurocopa:

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Canteiro central de uma avenida:

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A vaga é pequena ? É só usar o “jeitinho ucraniano” de estacionar :)

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A rua do albergue, com um monte de carros estacionados na calçada:

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Começou a garoar. Voltei pro albergue, dei um tempo lá e aproveitei pra escrever mais uns textos do blog. De noite, saí pra jantar no Puzata Hata (self-service de comida ucraniana) e depois fui dormir. 2ª feira não tinha muito o que fazer de noite na cidade.

Publicado por alexpt 5:00 Arquivado em Ucrânia Comentários (1)

Dia 19 - Kiev-Lviv

overcast 18 °C

Acordei bem na hora de fazer o checkout no albergue, às 11h. Deixei minha bagagem na recepção e saí pra comer alguma coisa.

Suco de “vishnevi” (cereja):

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Fui até a estação de trem pra emitir a minha passagem para Lviv. O caminho até lá era só de avenidas descendo colinas. Kiev é uma cidade cheia de colinas, o que torna o ato de caminhar ou andar de bibicleta meio cansativo. O metrô é bem útil exatamente por isso. Ao contrário das outras cidades que visitei nessa viagem, não vi ninguém andando de bicicleta pelas ruas de Kiev.

Uma avenida descendo uma ladeira:

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Vi bem mais mendigos e pedintes na Ucrânia que no Japão ou na Dinamarca. Muitas velhinhas pedindo esmola nas ruas. Mas a pobreza é bem menor que no Brasil. Não vi nenhuma criança pedindo esmola ou vendendo chiclete nas ruas de Kiev.

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Uma das matroshkas (micro-ônibus) que circulam pela cidade, muitas delas caindo aos pedaços.

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A estação central de trens de Kiev:

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Tinha impresso um voucher da passagem que comprei no site da empresa ucraniana de trens (www.uz.gov.ua) e fui no guichê trocar pela passagem impressa. A atendente não falava inglês e foi totalmente grossa. Me entregou um papel com umas coisas escritas em russo, uma caneta e falou alguma coisa que obviamente não entendi. Perguntei em russo se ela falava inglês (vy govorite pa anglitsky?), pois queria saber se era pra assinar meu nome. Ela resmungou alguma coisa, pegou meu passaporte, anotou o número dele no papel e jogou tudo no balcão. Quase que meu passaporte cai no chão. Não agradeceu e não falou mais nada. Eu já não me surpreendo mais com o tratamento ríspido e sem educação dado aos clientes nos países do leste europeu (uma herança clara do comunismo), mas quem não está acostumado e passa por isso pela primeira vez, fica chocado.

Minha passagem de trem estava com tudo escrito apenas em russo e ucraniano. Só deu pra entender a data, hora e o vagão, que por sorte é “vagon” no alfabeto cirílico. Custava muito colocar também em inglês ??

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Do outro lado da linha de trem, um bairro mais residencial com prédios da época do comunismo. Todos em mau estado de conservação e muito parecidos uns com os outros.

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Passei num supermercado perto da estação pra comprar algumas coisas. Quando estou conhecendo algum país novo, gosto de ir a um supermercado pra ver o que tem de diferente. Sempre acabo levando alguma coisa legal. Pena que não dá pra levar na bagagem tudo que eu gostaria.

Na prateleira de sucos, um monte de sabores diferentes. Já estou meio cansado da mesmisse dos sucos de caixinha que temos no Brasil. Queria mandar um carregamento de um desses sucos de cereja, pêra, cassis, romã e mirtilo lá pra casa. Será que eles fazem entregas à domicílio no Brasil ? :)

Cerveja Tchernigivskske long neck de 500 ml por apenas R$1 !!

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Que tal essa cerveja aqui, em garrafa pet de 2 litros ?

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Kvas:

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Caviar por apenas R$2:

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Comprei essa vodka de nome impronunciável por apenas R$6,50 !!

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Metrô de volta pro albergue, pois não ia rolar de subir todas aquelas ladeiras de volta. Uma máquina de vender fichas (passagens):

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Vi muita gente vendendo folhas de arruda pela cidade, principalmente perto das igrejas. Deve ser por causa da missa de domingo.

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Contagem regressiva para o início da Eurocopa:

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Entrei em duas filiais do Puzata Hata, aquele restaurante self service de comida ucraniana onde tinha almoçado nos outros dias, mas estavam todos lotados por ser domingo.

Encontrei esse outro restaurante similar (chamado Teremok), também self service com comida típica, que estava bem mais vazio. Fica na saída do metrô Poshtova Ploshcha. Muito bom e ainda mais barato que o Puzata Hata.

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Da mesma forma que no outro restaurante, ninguém falava inglês no Teremok, e as meninas que serviam ficavam toda hora perguntando coisas em russo. Eu só concordava (com “da” = “sim”) e ficava por isso mesmo. Essas meninas desse restaurante eram beeem mais simpáticas, sorridentes e educadas que as do Puzata Hata. Que diferença isso faz !

Voltei no albergue, peguei minhas mochilas e parti pra estação de trens.

O trem que peguei para Lviv fez o trajeto em 5h. É um trem de média velocidade (não chega a ser um trem-bala), não ultrapassando 160 km/h. Mas era um trem novo em folha, que foi estreado há poucos dias. O governo ucraniano comprou estes trens mais modernos para atender aos turistas que estão vindo para ver a Eurocopa, ligando as cidades que terão jogos. Os outros trens que vi na estação era bem velhos e devem ser bem mais lentos.

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Tomando suco de “granatovi” (romã):

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O trem estava bem vazio. Meu vagão não devia ter mais que 10 pessoas. Só há um horário por dia neste trem novo na linha Kiev-Lviv (18:20-23:20). A passagem custou 354 hryvnias (R$88).

Quando cheguei em Lviv estava chovendo muito. Dei um tempo na estação até a chuva dar uma diminuida, e peguei um taxi. Não gosto muito de pegar taxi no exterior, mas não tinha muita alternativa. Os taxis na Ucrânia não tem taxímetro. Tive que negociar o valor da corrida. Fechei por 50 hryvnias (R$12,50) a corrida até o meu albergue. O taxista não falava inglês, mas pelo menos o valor “fifty” ele entendeu.

O prédio do albergue (Leocity Hostel) era sinistro. Com 5 andares, foi construído na época do comunismo. Era bem velho e tinha um aspecto decadente. Por um momento achei que seria furada total este albergue e já estava pensando em procurar um hotel melhor, mas quando entrei nele, vi que por dentro era bem melhor do que eu imaginava. É na verdade é um apartamento normal de 3 quartos que foi convertido em albergue. Os outros apartamentos do prédio são residenciais.

A menina da recepção era simpática e falava um inglês bom. Me mostrou o quarto onde fiquei, com 4 camas. Estava vazio. Ou seja, fiz um ótimo negócio: paguei apenas 90 hryvnias a diária (R$22,50) pra ficar num quarto grande só pra mim ! Não tinha banheiro dentro, mas os dois banheiros do albergue eram bem limpos. A cozinha também era grande e podia usar tudo, inclusive a geladeira, caso eu quisesse comprar algo e guardar lá.

Só tomei uma ducha e fui dormir.

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